segunda-feira, fevereiro 26, 2007

Entro no ônibus, sento, e, depois de anos, eu começo a passar mal dentro dele (porque, quando pequena, eu não podia sequer entrar em um ônibus que já enjoava e não tinha chave que desse jeito). Encosto a cabeça, fecho os olhos e tudo gira, o estômago fica enjoado, as mãos suam, o coração dispara, tudo fica meio sombreado e eu começo a pensar em coisas boas pra distrair a cabeça. Coisas boas. Praia. Praia às 8 da manhã. Cheiro de praia. Colo de mãe. Um barco em Paraty. O vento gelado no nariz numa manhã fria em São Paulo. As cenas da Izzie com o George em Grey's Anatomy. A Christina dizendo "She's my person! Meredith is my person", porque "person" é a definição mais linda e delicada que eu já vi de amigo, amigo pra toda hora, amigo pra te carregar, dar colo, apoiar. Person. Sua pessoa. E daí adormeço no ônibus. E acordo com o celular vibrando dentro da bolsa. Quando vejo, era um torpedo de bom dia, que há muito eu já não recebia. De uma das minhas "pessoas". Já nem lembro mais que estava passando mal.


***


Segunda-feira + mudança de horário + ter dormido muito tarde no Domingo acompanhando o Oscar e ter que levantar às 6 da manhã num calor que só o Rio de Janeiro lhe proporciona = mau humor, muito mau humor! Garfield perde hoje pra mim.

***


Pra que eu tenho um msn aonde bloqueio todo mundo? Não sei, não sei...

***


Ai, se as pessoas soubessem... dos meus cansaços, dos meus sonhos, dos meus medos e da minha fragilidade.

***

Burke: Meredith, this is about Meredith.

Cristina: She doesn’t know yet.

Burke: Meredith?

Cristina: She’s my person.

Burke: Right. And if Meredith doesn’t approve, then what?

Cristina: This, this is not about getting her approval, its about…

Burke: What?

Cristina: Telling her makes it, makes it…. If I murdered someone, she’s the person I’d call to help me drag the corpse across the living room floor.

Burke: Ok, now, you’re likening someone here to a corpse. I’m done.

Cristina: She’s my person


quarta-feira, fevereiro 21, 2007

Quarta feira de cinzas. 318 emails na caixa postal. 198 spams.

*

Eu tenho muita pena dos garis no carnaval. Não só o sambódromo, mas a cidade inteira fica entupida de lixo. Em Madureira é mais fácil você andar no meio da rua mesmo, porque na calçada é como andar dentro de uma lixeira.

*

Vantagem de morar em Brás de Pina: Você até esquece que é carnaval.

*

Super expediente de uma azulada e brilhante Quarta feira de cinzas. Pela manhã, msn, emails, orkut, joguinhos e baixando seriados atrasados (tudo bem, isso aí poderia ser a descrição de um dia normal de trabalho também). À tarde, pára tudo pra acompanhar o resultado das Escolas de Samba. O que eu to fazendo aqui, oh lord. Odeio desperdiçar meu precioso tempo, ODEIO.

domingo, fevereiro 18, 2007

O resultado de um domingo de carnaval inteirinho em casa...



Teen Titans. Viciei. Passei não sei quantas horas paralisada em frente à tv assistindo a maratona que o Cartoon passou. E ainda achei pouco! Mas, como eu sempre sou "A" atrasada, guess what? O desenho acabou. =o\. Sad. Lá vou eu ficar caçando torrents de todas as temporadas. Porque é realmente muito bom e eu vou querer assistir os 65 episódios.

sexta-feira, fevereiro 16, 2007

E na minha busca desenfreada de músicas que me viciem (eu nem sou muito exigente, mas tá difícil descobrir um cd que seja ótimo do início ao fim. Veja bem, eu sou viciada em Hopes and fears, do Keane, em Live Friday the 13th by Maroon 5, e no Unplugged da Alicia Keys. São 3 cds que eu ouço repetidas vezes e não enjôo, pelo contrário, cada vez quero ouvir mais e mais e mais. Só que eu quero ouvir coisas diferentes. Eu quero descobrir novos álbuns que viciem. Mas tá difícil. Não vejo a hora do Maroon lançar álbum novo. E da Alicia parar de querer ser atriz (mas que parênteses enorme, hein, B.?!)), baixei a trilha sonora de Happy Feet, que é muito legal e super divertida, baixei The all-american rejects, de quem eu conheço só uma música, Move on, e adoro, e espero que o cd todo seja bem legal, mas ainda não ouvi, porque não deu tempo, e baixei também o cd da Corinne Bailey Rae, cuja música "Put your records on" é minha, é a minha cara, e eu gostei dessa música de cara, desde a primeira vez que ouvi no rádio, sem nem ter a mínima idéia de quem cantava. Mas, vejam vocês, até hoje eu ainda não tinha baixado o cd da mulher. Bem... à primeira ouvida, eu achei bom. Na verdade, muito bom. Mas tinha achado algumas músicas paradas demais, sonolentas demais. Então fiquei num conflito interno, porque mesmo não achando o cd ótimo, eu queria ouvir mais. Daí ouvi de novo, e... o cd é ótimo. As letras são lindas e a voz dela é ótima. Não é um cd que vicia por completo, mas algumas músicas viciam. Tipo Like a star, a música que dá título ao cd. Essa é ma-ra-vi-lho-sa. Linda, linda, linda, linda. Do tipo que me faz acordar já querendo ouvir. E do tipo que faz o dia ficar mais bonito e o mundo muito mais poético. Parece que ela vai lançar um cd ao vivo em Março, e eu vou esperar ansiosamente.





Just like a star across my sky,
Just like an angel off the page,
You have appeared to my life,
Feel like I'll never be the same,
Just like a song in my heart,
Just like oil on my hands,
Oh.. I do love you,

Still i wonder why it is,
I don't argue like this,
With anyone but you,
We do it all the time,
Blowing out my mind,

You've got this look i can't describe,
You make me feel like I'm alive,
When everything else is a fade,
Without a doubt you're on my side,
Heaven has been away too long,
Can't find the words to write this song...


***

"Se a canoa não virar, olê, olê, olá, eeeeeu chego lááá..."

E o carnaval chegou, hein? A única coisa boa do carnaval são os dias de folga. Porque eu de-tes-to carnaval. Ao menos aqui, no Rio de Janeiro. Em cidades pequenas, aquele bloco de carnaval à moda antiga, bacana, divertido, sem tumulto e sem muita gente idiota, tudo bem, eu acho até legal. Mas aqui no Rio, não. Detesto. Odeio, na verdade. Só fico aqui porque não d$u pra planejar uma viagem, mesmo. Mas evito sair de casa a todo custo. Pareço uma ermitã. Sabe o abrigo de Lost? Pois é, parece que eu estou lá. Compro logo tudo que tenho que comprar, estoco comida pra 1 semana, pego todos os filmes que tenho que pegar, e voilá, entro no meu casulo, na minha concha, e de lá só saio na Quarta feira de cinzas. Saio obrigada, que fique bem claro, porque tenho que trabalhar. Senão só sairia mesmo na Quinta.

***

Ah, eu nem falei da minha fase "I can't help falling in love with you", né? Pois é. Viciei nessa música. E descobri que existem várias versões dela. Todo mundo quer cantar essa música, hein? Tem a versão do Michael Bublé. Liiiiiiiiiiiinda. Linda, linda, linda. Ouvir o Bublé cantando essa música no meu mp3, voltando de busão pra casa, fez parecer que o mundo ganhou novas cores. Sei lá, o mundo todo virou um grande clipe. Coincidência ou não, eu vi casais se beijando, crianças fofas nos colos de suas mães, enfim, uma felicidade só. Me lembrou MUITO o clima do final de O apanhador no campo de centeio, com a música Smoke gets in your eyes e o carrossel. Amei muito essa versão, muito mesmo. Tem também o Andrea Bocelli cantando essa música num show em Las Vegas. Na boa, não gostei muito. Massssss, já ele cantando essa música COM a Katherine McPhee, ficou lindo, amei. E tem também o Bono, que, confesso, depois de ler o post dessa moça, eu fiquei com uma baita curiosidade de ouvir. Mas eu não sei se peguei o arquivo certo. Porque ele canta só uma parte da música. Poxa, se fosse a música inteira... *sigh*. And last but not least, tem a minha versão preferida depois da original (claro), e do Bublé. A-teens cantando I can't help, que faz parte da trilha sonora de Lilo & Stitch, e é tudo essa versão. Meu lado adolescente aflora sempre, claro. Mas ela é fofa demais. Super alto astral. Super cute. Ouço dez vezes por dia. A-teens rules! ;o)

***

E, ainda falando de música, eu vou ficar maluca em Abril!!! Porque tudo ao mesmo tempo? Porque todos os melhores shows do mundo no mesmo mês??? Não dava pra distribuir, 1 por mês????? Simplesmente AEROSMITH, Keane e Evanescence em Abril. Dias 13, 20 e 22, respectivamente. Só isso. Tô ferrada. Porque eu vou de qualquer jeito. Nem que vá pra Sampa pedindo carona. E nem carteirinha de estudante eu tenho. Argh!

quarta-feira, fevereiro 14, 2007

Ela acrescentou umas questões sobre cinema e tv nesse questionário (eu já "updateei" lá) e eu, a incerteza em forma de gente, liguei pra pessoa que melhor me conhece no mundo pra perguntar. O ex.

- Qual personagem de cinema é meu alter-ego?
- Ahnnn... tem que ser filme? Porque se valer desenho, é a Dory
- Ah é! a Dory! Tinha me esquecido dela
- Aí tá a prova.

...

- E de seriado?
- Ahnnn... a Grace...
- É, a Grace eu já sei. Mais quem?
- ...
- Poxa, eu não pareço com ninguém de Friends?!
- Talvez um pouco da Monica...
- Ai, a mais chata?
- É, a parte da competitividade...
- Ah, essa parte neurótica, né?
- É, mais ou menos...

terça-feira, fevereiro 13, 2007

Sabe o que eu quero? Eu quero viver de música. Quero risos, sorrisos e gargalhadas. Quero viagens, quero amigos perto, quero momentos inesquecíveis. Quero o brilho no olhar de quem se arrisca a viver e jogar o padrão pelo ralo. Quero não me preocupar com dinheiro, quero viver de alegrias e momentos únicos. Quero carregar comigo a força de quem não desperdiça a vida com coisas que no fim dela não terão a mínima importância. Quero fazer valer a pena, quero ter a consciência limpa com o tempo, que é curto e não pode ser mal usado. Quero dar as mãos à vida, brincar com o vento, voar com o tempo. Quero ser leve. Quero ser livre. Livre de mim mesma. Porque a gente vive a vida com tantas regras, tantos limites, tão preocupados com padrões, tão preocupados em nos encaixarmos, tão preocupados com enormes pedras no meio do caminho que só minam, só limitam, só nos impedem de sermos felizes, que acabamos esquecendo do principal, que é viver, que é aproveitar cada dia, que é aproveitar cada presente que a vida dá, cada minuto, cada vento, cada sol, cada gota de chuva, cada cheiro de mato molhado, cada palavra, cada instante, cada sorriso, cada carinho. Esquecemos tanto, tanto, tanto de viver. Olhamos tanto, tanto, tanto pra nós mesmos, que nos esquecemos de olhar pra vida, imensa e deixada de lado.
*
*
*
Ultimamente não tenho ouvido uma música que tenha aquele efeito de "boom" em mim. Não sei, tá tudo muito igual. Nada que me faça querer ouvir repetidas vezes, o dia, a semana inteira. Talvez eu esteja procurando nos lugares errados, talvez (talvez?) eu deva sair do "comercial", porque tá tudo parecendo a mesma música, sempre. Nada impressiona, nada surpreende. Daí eu, disposta a ouvir coisas diferentes, abro o soulseek e.... travo. Não sei o que procurar. Só sei que quero isso, alguma música ou até mesmo um cd inteiro que me faça não querer mais parar de ouvir. Alguém, alguma sugestão?

segunda-feira, fevereiro 12, 2007

Eu já disse aqui o quanto eu odeio os buracos nas calçadas dessa cidade? E o quanto eu vivo virando o meu pé nesses buracos? E o quanto eu alegro os dias das pessoas com isso, porque todo mundo ri da minha cara? Ó.d.i.o. E mico. Muitos micos.

***

Sabe aquela expressão popular "o barato às vezes sai caro"? Pois é. Meu cabelo é o contrário disso. Eu gasto os tubos em shampoo e condicionador pro sr. temperamental e simplesmente não funciona. Parece que eu usei o mesmo shampoo da Elba Ramalho nos áureos tempos . Daí eu volto a usar o bom e velho shampoo de 4 reaus e condicionador de seis reaus, e, tchã-rãm, parece que eu usei o mesmo shampoo da Nicole Kidman em Mulheres perfeitas. Cabelo de pobre é assim, colabora.

***

Sábado eu resolvi fazer uma maratona de Legião Urbana. Peguei minha coletânea e botei pra tocar. Nunca, nunca, n-u-n-c-a mais teremos um compositor como Renato Russo. Sério, nunca mais (eu sei, todo mundo já sabe disso, já tem certeza disso, mas eui só quero reforçar). O cara era supremo. Não consegui tirar da cabeça a música "Há tempos", que é atemporal. Parece que ele tá descrevendo os dias de hoje. Aliás, parece que ele escreveu essa música na semana passada, diante dos acontecimentos que houveram, e sobre os quais eu nem gosto de falar. Renato Russo tinha visão. Uma visão ampla, que ia além mesmo, ele enxergava os dias de hoje. Algo tão superior assim não poderia durar muito mesmo, infelizmente. E eu coloquei a música no repeat, e cantava alto, alto, alto, com toda a força dos meus pulmões:
"E há tempos nem os santos têm ao certo a medida da maldade. E há tempos são os jovens que adoecem. E há tempos o encanto está ausente, e há ferrugem nos sorrisos, e só o acaso estende os braços a quem procura abrigo e proteção. Meu amor, disciplina é liberdade. Compaixão é fortaleza. Ter bondade é ter coragem."

***

E finalmente choveu no Rio de Janeiro. Fi-nal-men-te. Porque eu já não agüentava mais. Eu queria ir pro Sul, pro Pólo Norte, pra qualquer lugar aonde estivesse frio, muito frio. Porque eu não gosto de nada em exagero, e o calor estava insuportável. E aí choveu. Numa tarde de Domingo. E eu quase saí correndo pela rua pra tomar banho de chuva. Sério mesmo, vocês não imaginam a alegria que me invadiu. E agora por mim não pararia de chover, até as minhas férias. É, eu sou um tiquim egoísta.

***

Desenterrando um teste de personalidade (muito bom, por sinal) que eu fiz em Outubro de 2005, eu descobri que... mudei. É, eu mudei. Eu era ISFP, e hoje eu sou INFP. Mas não foi só pelo teste que eu cheguei a essa conclusão. Eu sei que eu mudei. Mas eu ainda não tinha parado pra pensar nisso. Eu só tinha pensado meio rapidamente no assunto, mas logo em seguida pensava em outra coisa, e não parava pra ver aonde eu mudei. Daí esse teste me deu o click. Eu mudei. Acho que amadureci. Acho que cresci um pouco. Mas sem dúvida alguma, eu melhorei na convivência comigo mesma. E isso, no fundo, é só o que importa. Porque isso reflete em toda a tua relação com as pessoas ao seu redor. Enfim. Mas o teste é impressionante. Eu sou realmente quase aquilo tudo. E quando li: "Quanto a detalhes mundanos da vida (como lavar, limpar, passar, etc), você praticamente não está ciente deles. Você pode passar meses sem perceber as manchas no carpete, e, mesmo quando percebe, adia este tipo de tarefa o quanto puder. Isso pode fazer com que problemas pequenos se avolumem, e se transformem em problemas cada vez maiores.", fiquei de boca aberta. "U-au! Sou eu mesma.", pensei. ;o) Da minha "oração", então, eu nem falo nada. "Senhor, ajude-me a finalizar tudo o que eu começar". Quem me conhece sabe, isso é tipo, batata. Inglês, dança de salão, academia, curso pra concurso. Larguei tudo pela metade. E nem é caso de dizer "ah, não tive dinheiro pra pagar", porque paguei tudo e ainda fiquei no prejuízo. E isso só por baixo. Nem dá pra listar tudo, porque eu tenho vergonha disso. Eu detesto isso em mim. Não terminar nada. Eu to me esforçando pra mudar, eu to. Um passo de cada vez.

***

E um questionário, que eu a-do-ro, pra finalizar o post de ressureição. Daqui


3 nomes pelos quais você atende
1) Bia
2) Bianca
3) Bi

3 nomes pelos quais você não atende
1) Bibi fom-fom
2) Psiu
3) Adriana

3 nomes de tela
1) B.
2) Bia
3) Bee

3 coisas que você gosta em você
1) meus nariz
2) meu cabelo (às vezes, quando ele tá de bom humor)
3) meu sorriso

3 coisas que você não gosta em você
1) minha barriga de lua cheia
2) minha cara de metida
3) meu pavor desmedido de água (por "água" entenda-se mar e tal. Não chuveiro, né? Dã!)

3 coisas que assustam você
1) pessoas com cara de malucas
2) malucos
3) Qualquer sujeito mal encarado de boné que entre no ônibus.

3 coisas essenciais no seu dia
1) internet
2) música
3) banho

3 coisas que você está vestindo agora
1) camiseta
2) calça jeans
3) sandália

3 dos seus artistas/bandas favoritos
1) Maroon 5
2) Keane
3) Pink

3 das suas canções favoritas
1) Ain't no mountain high
2) She
3) Can't take my eyes off of you

3 coisas que você quer tentar nos próximos 12 meses
1) montar uma banda
2) começar a correr
3) passar em algum concurso

3 coisas que você vai fazer nos próximos 3 meses
1) voltar pra academia
2) perder a barriga
3) conhecer o Gui (hahahaha! Brincadeira, brincadeiraaa. Resposta correta: Viajar pra qualquer lugar. ;o))

2 verdades e uma mentira
1) a vida é muito curta
2) quem canta os males espanta
3) é impossível amar mais de uma pessoa ao mesmo tempo

3 nomes de filhos
1) Julia
2) Diego
3) Camile

3 coisas que você simplesmente não consegue fazer
1) Dormir com barulho de teclado
2) fingir gostar de alguém
3) falar palavrão sem estar com muita raiva

3 hobbies favoritos
1) ouvir musica
2) assistir seriados (isso é hobbie????)
3) ler

3 coisas que você quer fazer antes de morrer
1) conhecer Veneza (ca-ham)
2) ser mãe
3) Ter a minha casa

Acréscimos da Fer:

3 dos seus filmes favoritos
1) Como se fosse a primeira vez
2) O último beijo
3) Procurando Nemo

3 dos seus diretores favoritos
1) Brian de Palma
2) Martin Scorsese
3) Baz Luhrman

3 das suas séries favoritas
1) Grey's Anatomy
2) Veronica Mars
3) Lost

2 alter-egos na telinha e 1 na telona
1) Grace - Will and Grace
2) Dr. Christina Yang - Grey's Anatomy (haha, a christina é tãaaaao contrastante com as outras duas, né? ok, mas eu sou isso mesmo, um contraste. É que depende do meu humor. (Quanta explicação, hein?!))
3) Dory - Procurando Nemo

domingo, fevereiro 04, 2007

"Onde se sufocam os medos
E escondem as palavras
E abafam os gritos
E vestem as máscaras
E engolem o nó
E afagam o desespero
E sobem as cortinas
E começa o espetáculo
"

quinta-feira, fevereiro 01, 2007

"Minha comissão é a sua amizade"

Vontade de vomitar. Blérgh.

segunda-feira, janeiro 29, 2007

"Estou pensando em você
Não sei se preciso
Mais dos teus olhos cor-de-mel
Ou do teu sorriso
."



(já que ninguém canta pra mim, eu mesma canto. E não, infelizmente eu não tenho olhos cor de mel. Mas em um mundo perfeito eu teria. E num mundo perfeito essa música teria sido escrita pra mim, hohoho)

sexta-feira, janeiro 26, 2007

Enquanto isso, no feliz ambiente de trabalho...

- Desculpa se eu to parecendo meio chato
- Não, tudo bem, já to acostumada.

Insensível, insensível você diz...

Eu assisti, finalmente, ao documentário "A marcha dos pinguins".

Não derramei uma lágriminha sequer.

Alguém achou um coração perdido por aí???

quarta-feira, janeiro 24, 2007

Migrei pro novo blogger. Sejam pacientes e não estranhem se de repente as coisas por aqui parecerem meio bagunçadas e mais confusas, hohoho.

(Se é que alguém ainda vem aqui, né? Quem é que vai entrar num blog com 1 post a cada 6 meses?)
Eu nunca mais consegui tirar da minha mente essas palavras, que essa coisa (pra falar assim, de boca cheia, mesmo) de mulher escreveu. Vivemos em ciclos. E isso tem me ajudado a lidar melhor com *certas* perdas. Eu agora enxergo tudo como um ciclo, que tem início, meio e FIM. E fica mais fácil quando a gente entende. E quando a gente lembra que um ciclo fecha e OUTRO ABRE. Isso é maravilhoso. Vários ciclos, várias experiências. O velho se vai pro novo entrar. Pra que você experimente de tudo um pouco. Pra que não fique preso na mesmice, preso num círculo. É claro que se me fosse dada a opção, eu ia querer um ciclo só pra vida toda. Todo mundo ali, preso no ciclo comigo. Por isso é que independe da nossa vontade. Porque a gente segue o instinto natural de fazer escolhas erradas, sempre.

sexta-feira, janeiro 19, 2007

Essa foi uma semana muito triste no mundo blogueiro.

Perdemos Meg.

E eu não tenho nem o que falar.

Mas várias pessoas falaram por mim.

Descanse em paz, Meg.



Update: Farsa. Foi tudo uma farsa. Uma enganação, um engodo, uma maluquice, chamem como quiserem. Next.

terça-feira, janeiro 16, 2007

segunda-feira, janeiro 08, 2007



Nova campanha do PETA

Alguém pode me dizer por que a página principal do blogger demora taaaaaaaanto pra montar? Ou isso é só comigo? É totalmente desestimulante isso.

2007 começou bem. Muito bem. Mas começou silencioso. Eu não consigo postar aqui, não consigo escrever nada.

Assistindo o show de fogos em vários estados pela tv, não me conformei. O que esse povo vem fazer aqui no Rio? De onde que tiraram que o Reveillon na praia de Copacabana é O reveillon? Floripa deu de 1000 a zero nos fogos. Mil. Deu um banho no Rio. Uma coisa de lindo. Eu queria estar em Floripa e esse povo vindo pra cá. Não aguento.

Baixei o show do Black Eyed Peas em Ipanema e não me arrependi de não ter ido. Não pelo show em si, eu amo Black Eyed Peas. Mas o som estava péssimo, o povo estava num desânimo de dar raiva e provavelmente 95% daquele povo nunca ouviu falar em Black Eyed Peas. Que raiva que me deu. Ninguém sabia as músicas, todo mundo desanimaaaado. Claro! Sem conhecer nada, como é que dá pra ser animado? Os caras lá no maior esforço pra levantar a galera e ... nada! Mas enfim. Eles também estavam meio perdidos. Vou esperar pelo show pago aqui no Rio. Bem melhor.

Ah, eu também queria estar em Nova York no Reveillon.

E o que esperar de 2007, hein? Não sei. Não sei e nem quero saber, pra dizer a verdade. To meio cansada de planejar e estabelecer metas que não cumpro nunca. Um dia de cada vez, né. Vamos ver. Algo lá no fundo me diz que vai ser um ano... bem, um ano bom. Mas... vamos ver.

Pelo visto não vai ser um ano de muitos posts, também.

sexta-feira, dezembro 29, 2006

"Maybe I'll just fall in love
That could solve it all
Philosophers say that that's enough
There surely must be more

Love ain't the answer, nor is work
The truth elludes me so much it hurts
But I'm still having fun and I guess that's the key
I'm a twentysomething and I'll keep being me"



(na verdade esse post foi só pra testar essa gracinha que é o Radio Blog Club)

quinta-feira, dezembro 28, 2006

Esse ano, eu não sei, eu não desejei feliz natal pras pessoas. Não assim, não uma por uma, não especificamente. Mas aqui, pra mim, eu desejei que elas tivessem um feliz natal. Ano novo, idem. Eu não vou escrever aqui um super post de feliz ano novo, não vou mandar cartões virtuais, nem emails, nem cartões via correio, nem deixar uma foto de fogos aqui. Não to com saco, não to nesse clima. Mas eu sei, eu, aqui comigo, sei, e isso me basta, que eu desejo sim pra cada um dos meus amigos que eles tenham um ano novo mais do que feliz. Desejo mesmo, do fundo do coração. Mas eu não preciso falar isso, não preciso verbalizar. Aliás, eu tenho verbalizado cada vez menos as coisas. Porque no fundo, não adianta. Porque nem sempre as pessoas acreditam que aquilo seja de coração, ou porque nem sempre você consegue verbalizar tudo com a mesma intensidade que você está sentindo. Então é assim, eu fico aqui, quietinha no meu canto, pensando em cada um e desejando que cada um esteja muito, muito feliz e tenha um ano novo diferente, maravilhoso e sempre melhor do que o anterior. Eu tenho um carinho enorme, imenso, por algumas pessoas com quem eu não tenho muito contato. Porque eu sou esquisita mesmo, mas é assim que eu sou. Então, eu espero que elas saibam que eu tenho um carinho enorme por elas. Mas como elas vão saber, se eu não falo? Ah, não sei, as "pistas" estão aí, na cara. Mas enfim. É só pra dizer que eu desejo um feliz ano novo pra todo mundo, mesmo que pareça que eu esqueci, ou que eu sequer pensei em você. Pelo contrário. Eu estou pensando a todo o momento, com toda a força do meu pensamento e desejando de todo o meu coração aquele monte de coisas boas que a gente deseja a todas as pessoas que nos são queridas. Mesmo que elas não saibam. Afinal, o que importa é isso, né? É desejar. Não saber. Até porque às vezes quando a gente fala muito a gente acaba estragando o "efeito" das coisas. E eu prefiro ver resultados do que fazer alarde. Então, é isso. Um feliz ano novo pra vocês. =)

quinta-feira, dezembro 21, 2006

quarta-feira, dezembro 20, 2006

Eu estava relendo os arquivos desse ano do blog, pra fazer um balanço de 2006. Mas, nossa, enquanto eu lia, só conseguia pensar em uma coisa: como o ano passou rápido!

Yay!

Elenco de Grey's Anatomy lidera ranking de artistas de 2006

OS ANGELES (Reuters) - O elenco da série "Grey's Anatomy'', que se passa dentro de um hospital, liderou a lista dos principais artistas do ano da revista Entertainment Weekly.

A edição de fim de ano da publicação chega às bancas dos Estados Unidos na sexta-feira com suas esperadas listas dos melhores do ano no cinema, na música, na TV, no mundo editorial, entre outras categorias.

Também se destacaram nas listas o YouTube, dois jornalistas fictícios e a veterana Meryl Streep.

Para a Entertainment Weekly, o elenco de "Grey's'' -McDreamy, McSteamy e todos os outros- liderou o ranking dos artistas porque teve um impacto cultural que foi além da enorme audiência do programa nos EUA, de cerca de 20 milhões de espectadores. Além disso, os episódios, recheados de casos e problemas de carreira, foram tema de discussão em escritórios, escolas e lares de todo o país.

- "Grey's não é só um programa, é um fenômeno'', disse a editora-executiva da revista, Lori Majewski. "Em maio, quando o último episódio da temporada passada foi transmitido, a cidade de Nova York ficou vazia. Dava para conseguir uma mesa nos melhores restaurantes'', disse ela.

O site de vídeos YouTube também entrou na lista por causa de seu enorme impacto, dando a vídeos polêmicos uma publicidade instantânea.

O repórter fictício Borat Sagdiyev, um jornalista politicamente incorreto do Cazaquistão, criado pelo comediante Sacha Baron Cohen, fez os norte-americanos olharem para si mesmos com mais autocrítica, no filme ``Borat - O Segundo Melhor Repórter do Glorioso País Cazaquistão Viaja à América'', a ser lançado no Brasil no início de 2007.

Meryl Streep destacou-se em dois filmes bem diferentes, o drama musical ``A Última Noite'' e a comédia ``O Diabo Veste Prada''.

Entre outras celebridades citadas estão Daniel Craig, o novo James Bond, os cantores Justin Timberlake e Beyoncé e Stephen Colbert, apresentador da paródia de noticiário ``The Colbert Report''.

A Entertainment Weekly é lida por cerca de 11,4 milhões de pessoas a cada semana.

Fiquei muitíssimo feliz com essa notícia, porque Grey's Anatomy é, definitivamente, a melhor série dos últimos tempos. Pra MIM, ao menos. GA é uma série emocional. Ela mexe com tuas emoções, aquelas escondidas lá no fundo, aquelas que você já tinha enterrado e achava que nunca mais viriam à tona novamente. E as coisas acontecem assim, gradativamente, sem você perceber. Conforme cresce a série, as suas emoções escondidas borbulham e voltam à superfície. Nunca chorei tanto com uma série. Nunca sorri tanto. Especialmente do final da segunda temporada em diante, nossa, a carga emocional é absurda. De te (me) deixar nocauteado mesmo. Emoção pura, pura, à flor da pele. Eu estou sendo redundante, eu sei, mas eu não sei como falar disso. Não sei definir exatamente como GA fala tanto comigo. Só sei dizer isso, que ela é um nocaute emocional pra mim. Principalmente a história da Izzie. Que show que a atriz está dando. Eu me transporto. A dor que ela sente, eu sinto. Ou a dor que eu já senti, ela sente. Salvo as devidas proporções. Ainda não teve uma cena da Izzie na terceira temporada em que eu não tenha me acabado de chorar. Mas chorar mesmo, de soluçar, de não conseguir falar. Eu tenho quase total certeza de que essa carga emotiva não faz parte da reação da maioria. Mas não sei. Só sei que comigo ela existe, e é um triturador emocional. E acho que nenhuma outra série conseguiu fazer isso. Eu não sei, Grey's Anatomy parte de uma premissa tão simples. Mas me atinge tão fundo. E eu não dava nada por ela. Só comecei a assitir já na segunda temporada, nem sei em qual episódio. Mas desde então, não consigo perder um episódio sequer.

terça-feira, dezembro 19, 2006

"I'm not a people person."

Prazer, meu nome é Cristina Yang.



(eu sei, eu sei, daqui a pouco isso vira um blog de fotos de personagens de seriado. Mas ultimamente eu tenho respirado seriados mesmo, o que eu posso fazer? Procurar ajuda psicológica, eu sei. hahahaha)

quarta-feira, dezembro 13, 2006

* Momento adolescente mode on *

Por que ninguém mandou esse cara invadir o meu sonho essa noite. Ninguém.

E ainda defende os animais! Oh, Lord!

*sigh*





(percebam que o momento adolescente não teve mode off. Psé, vai ser o dia inteiro isso. Quando eu tenho um sonho muito bom com um cara lindo desses, é assim. Uma tristeza. Minha adolescência teima em não abandonar esse corpo. Enfim)

terça-feira, dezembro 12, 2006

Não é por nada não, mas...

... a pessoa precisa ser muito doente pra usar esse programa que fuça scraps alheios. Mas muito doente mesmo. É de assustar, na boa.

quinta-feira, dezembro 07, 2006

Várias coisas. 2 semanas chutando o balde, sem ir à academia e me entupindo de chocolate. A questã não é nem se eu engordei ou não. O que mais me impressionou foi como a resistência física caiu. A volta à academia foi muito pior até do que o início. Não tinha disposição nenhuma pra correr, nem nada. Jump? Nem pensar! O horror, o horror. Nunca mais faço isso. Já não vivo mais sem me exercitar e suar. E agora to pesquisando tudo sobre alimentação correta e tal. Não que eu vá radicalizar, mas já é um progresso, porque antes só me entupia de batata frita, hamburguer e coca-cola. Se não fosse a viagem do feriado, eu estaria há uns belos 2 meses sem coca. Mas o importante é nunca desistir e nem se deixar abater pelas recaídas. E "vamo que vamo".

***

Depois que publiquei aquele alegre e otimista post de ontem, me senti um pouco como aquelas pessoas que só vêem o lado ruim das coisas e só destacam isso e tal. E quem me conhece, sabe que não é isso, pelo contrário. Eu procuro sempre ver o lado bom de tudo. Mas realmente ontem me deu um desespero quando eu acessei aquela página e só vi notícias ruins, violência, morte, assalto, arrastão. Me deu uma agonia. Uma tristeza. Sensação de caos mesmo. Aquela foi exatamente a minha sensação. Começar o dia me sentindo numa cidade sem lei, sem dono, sem ordem, enfim. Mas não é sempre assim. E eu espero que melhore.

***

Eu ODEIO a nova música da Ana Carolina que fala alguma coisa sobre rosas. Odeio. E a bendita toca TANTO que gruda na minha cabeça às vezes. Depois de "É isso aí", ela me vem com essa. Assim tá ficando difícil.

***

E acreditem, aconteceu ontem na hora do almoço: estava eu lá, linda e sorridente, no térreo do shopping esperando o elevador pra ir ao 3° piso, onde é a praça de alimentação. Milagrosamente eu sou a primeira da fila. Beleza. Vou eu lá e aperto o botaozinho "subir". A fila cresce. Niqui vem uma mulher lá de trás da fila. Olha pro marcador do elevador, que tava no 3° andar há um tempo, mas nada assim, apavorante. Daí a mulher, agoniada, olha, olha, olha. Daqui a pouco vem ela: "Mas já apertaram o botão??... Ah, olha! Apertaram o botão "subir". Tem que apertar o "descer", senão ele vai ficar lá em cima toda a vida!"

***

E aquele "várias coisas" lá da primeira linha, hein? Onde eu enfiei?

sábado, dezembro 02, 2006

May I feel said he.... Why not said she...

may i feel said he
(i’ll squeal said she
just once said he)
it’s fun said she

(may i touch said he
how much said she
a lot said he)
why not said she

(let’s go said he
not too far said she
what’s too far said he
where you are said she)

may i stay said he
(which way said she
like this said he
if you kiss said she

may i move said he
is it love said she)
if you’re willing said he
but you’re killing said she

(but it’s life said he
but your wife said she
now said he)
ow said she

(tiptop said he
don’t stop said she
oh no said he)
go slow said she

(ccome?said he
ummm said she)
you’re divine! said he
(you are Mine said she)

E.E. Cummings

sexta-feira, dezembro 01, 2006

quarta-feira, novembro 29, 2006

Enquanto isso, no orkut...

- Como vc tá aê?
- To indo. Não sei pra onde, mas tô.
- Huaheuaehuahe vai sim. O importante é não ficar parado.
"...
--- Adeus, disse ele à flor.
Mas a flor não respondeu.
--- Adeus, repetiu ele.
A flor tossiu. Mas não era por causa do resfriado.
--- Eu fui uma tola, disse por fim. Peço-te perdão. Trata de ser feliz.
A ausência de censuras o surpreendeu. Ficou parado, inteiramente sem jeito, com a redoma no ar. Não podia compreender essa calma doçura.
--- É claro que te amo, disse-lhe a flor. Foi por minha culpa que não soubeste de nada. Isso não tem importância. Foste tão tolo quanto eu. Trata de ser feliz... Mas pode deixar em paz a redoma. Não preciso mais dela.
--- Mas o vento...
--- Não estou assim tão resfriada... O ar fresco da noite me fará bem. Eu sou uma flor.
--- Mas e os bichos...
--- É preciso que eu suporte duas ou três larvas se quiser conhecer borboletas. Dizem que são tão belas! Do contrário, quem virá visitar-me ? Tu estarás longe... Quanto aos bichos grandes, não tenho medo deles. Eu tenho minhas garras.
E ela mostrava ingenuamente seus quatro espinhos.
Em seguida acrescentou:
--- Não demores assim, que é exasperante. Tu decidiste partir. Vai-te embora !
Pois ela não queria que ele a visse chorar. Era uma flor muito orgulhosa... "

terça-feira, novembro 28, 2006

Há o medo de decepcionar.
Há o medo de não ser capaz,
De não se encontrar,
De não tomar um rumo.

Há o medo da solidão.
Há o medo de não manter,
De não conseguir fincar,
De não ser solo fértil.

Há o medo de não ser feliz.
Há o medo de descobrir que nunca será como sonhado.
De nunca acordar como uma família de comercial de margarina.

Há o medo de perder e nunca mais recuperar.
Há o medo de perder irreparavelmente.
De viver ao lado da tristeza pra sempre.
De ter a culpa como compania constante.

Há o medo de ter feito tudo errado.
Há o medo de ser um fracasso.
De não se fazer entender.
De não conseguir conquistar.
De chegar ao final da linha sem ter conseguido voar.

***

Olha, hoje é melhor nem olhar pra mim, não procurar assunto, não exigir minha atenção, sair da minha frente, mudar de calçada e esquecer que eu existo.

quinta-feira, novembro 23, 2006

Por vezes, preferimos sofrer do que dar o braço a torcer. Orgulho é uma bosta e não serve pra nada. Só pra ferrar com tudo, mesmo.
Estou cansada. E amputada.
E sabendo como um step se sente.

***

Veronica: Look, Dad. Do what you gotta do, OK? I've seen too much working here to ever be surprised again.

Keith: I know you Veronica, you're not that jaded.

Veronica: I didn't used to be. I had this one shining example, that gave me some faith.

("Of vice and men". Um dos melhores episódios de Verônica Mars até hoje. )

terça-feira, novembro 21, 2006

Ela me passou a bola, e eu adoro essas coisas. Vamos lá, meus 6 segredos publicáveis:

- Eu lia quadrinhos eróticos escondida no banheiro do colégio na 5ª série. Eu e duas amigas corríamos pro banheiro pra ler os quadrinhos em paz. E como ficávamos "trocando informações" durante a leitura, criou-se o boato de que éramos lésbicas. Pena que eu saí do colégio naquele mesmo ano.

- Eu sempre choro com o programa Extreme Make Over Reconstrução Total. (vê se esse não é um segredo bombástico? Admitir isso não é pra qualquer um não! hahaha) Esse programa é um horror. Eu não choro, simplesmente. Eu me acabo de chorar. De ficar com olho inchado e tal. Sensibilidade à flor da pele. Mas adoro, adoro. É um programa do bem, mesmo.

- Eu sorrio pros animais na rua. Não, não é um sorriso pela fofura deles, ou algo assim. Eu sorrio pra eles, meio que cumprimentando, mesmo. Já pros donos, eu nem olho.

- Eu não falo palavrão. Não é que eu não queira falar, é que eu não consigo, é meio que um bloqueio.

- Eu já invadi webmail alheio. De descobrir senha e fuxicar, mesmo. Acompanhar emails por semanas, meses, e descobrir muitas coisas. Não me orgulho nem um pouco disso, hoje não faço mais.

- Eu já matei um cachorro. De susto. Literalmente. Eu tinha 3 anos, era noite e eu "vesti" um lençol e fui pro quintal da minha vó. Não sei se foi coincidência ou se aquele era um cachorro sensível que tinha medo de fantasmas. O fato é que o pobre teve um treco ali mesmo. Na hora. Tipo infarto fulminante.

quinta-feira, novembro 16, 2006

"Return to the earth now, if your mind is troubled and your heart is uncertain. Returning to the beginning we can clearly see the path."

terça-feira, novembro 14, 2006

Eu amo esse texto. AMO. Desde que li, ele não sai mais da minha cabeça. Vira e mexe, eu lembro dele. Acho fantástico, charmoso, criativo, tudo. E resolvi postar aqui pra eu não perder. Porque depois dele, eu nunca mais encarei um espelho da mesma maneira. O autor é esse cara super duper aqui.

a alma dos espelhos

“Não, esse não. Tapa demais o teu colo. Que tal o azul?”
–– Credo, como eu fico gorda nesse vestido. Saco.

Ela tira o vestido e joga sobre a cama, onde já repousam meia dúzia de peças de roupa testadas e reprovadas. Vai em direção ao armário e começa tudo de novo.

“O azul. O azul!”

Puxa um vermelho, de alças largas. Coloca-o na frente do corpo e solta um muxoxo de reprovação.

“Não inventa! Pega logo o vestido azul, vai...”

Agarra o vestido azul, tira do cabide, deixa que ele deslize pelo corpo. Observa-se no espelho.

“Isso... nossa, esse vestido fica perfeito em ti. Olha como ele delineia bem os teus seios... E essa fenda, hein? Uau! É esse. Vai por mim!”

–– É, acho que esse aqui tá bom...

Alguns de nós não acreditam que as almas existam. Esses céticos pensam que somos regidos unicamente por nossos cérebros, e que, quando morremos, nada sobra além do corpo que repousa em algum cemitério ou foi cremado. Ledo engano. As almas existem, sim, e isso não se discute. Resolvida (de maneira prática) essa questão, a próxima é: e para onde vão as almas quando perecemos? Não faltam crenças e teorias religiosas: católicos, espíritas, hindus... E quem mais se aproxima da verdade é a reencarnação dos budistas. Só que, diferente do que eles julgam – voltamos em humanos ou animais –, nossas almas ficam em objetos muito mais prosaicos e corriqueiros. Como, por exemplo, os espelhos.

–– Cabelo preso ou solto? Ai, tá tão cheio de pontas duplas...
“Bobagem, bobagem! Deixa solto!”
–– É. Solto não vai dar. Vai ter que ser preso, mesmo. Saco...

Bem, nem todas as almas ficam em espelhos. Dentro dele, descobri dia desses, ficam os espíritos dos homens que foram muito mulherengos em vida. Galinhas, infiéis, casanovas e conquistadores incorrigíveis encontram seu pós-vida aprisionados num local de onde podem observar intimamente belas mulheres – mas, oh supremo castigo, não podem tocá-las.

“Faz aquele rabo de cavalo, então... Mostrando teu pescoço...”
–– Mas prender como? Um coque?
“Não! Coque não!”
Os espelhos com mais experiência conseguem interferir na vida das mulheres. Eles emitem mensagens telepáticas que funcionam como um sugestionamento subliminar. Não, você não fica gorda naquele vestido: seu espelho é que não gosta da cor.
“Viu? Viu que feia que tu ficou de coque? Faz um rabinho, pô!”
Ela vira de lado, de perfil para o espelho, para enxergar melhor o cabelo. Irritada, solta-o e começa a escová-lo, já sem muita paciência.
–– Esse cabelo tá um nojo, não sei mais o que fazer! Falei pro Jessé que não era pra ele repicar! Ficou uma bosta! Vou perguntar pra Glorinha onde ela anda cortando os cabelos...
Larga a escova na cama e puxa os cabelos para trás da cabeça, simulando o rabo de cavalo.

“Tô dizendo que fica bonito...”
–– Droga. Vou prender num rabo, mesmo...

Assim como os homens, o mesmo acontece com as mulheres. Tudo depende do nível de galinhagem e infidelidade em vida. Ninfomaníacas têm como destino espelhos de corpo inteiro de homens como o Zulu, o Gianecchini, o Mel Gibson e outros bonitões. Já os mulherengos têm a chance única de ver Cameron Diaz, Luana Piovani e até a Sandy peladinhas, peladinhas. Mas é só o que eles podem fazer. Olhar.

“Agora sim... cê fica muito charmosa assim... delícia... se eu pudesse sair daqui, eu juro que...”
–– Perfume, perfume... deixavê... esse aqui.
A campainha toca. Ela pega a bolsa de cima da cama bagunçada e joga o batom que acabou de usar dentro dela. Sai do quarto, gloriando.

“Não, não vai! Volta aqui, pô! Deixa eu te olhar mais um pouquinho... Ei, a tua sombra tá borrada! Vem cá! Ah, que inferno...”

Você pode estar se perguntando para onde vão as almas dos outros - homens e mulheres que jogaram limpo e se mantiveram na linha durante a vida. Eu não sei, mas tenho um palpite: pra roupa íntima das pessoas mais sensuais do mundo. Deve haver algum tipo de equilíbrio, certo? E até dá pra imaginar as brigas que o espelho tem com a gaveta de calcinhas...
“Não! Não bota essa preta! A preta não!”
“Cala a boca, ô recalcado! Fica frio aí, manézão! Isso, meu bem, hoje é a preta...”
“Droga! Droga! Não bota essa aí! Sai sem calcinha hoje! Já pensou, hein? Que delícia?”
“Rárárá, otário! Oooh... gatinha, você se depilou! Hmmm....”
“Cala a boca! Eu te odeio! Me tira daqui! Aaah!”

Bad day...


segunda-feira, novembro 13, 2006

Não somos nada daquilo que pensamos ser.
Vivemos de ilusões, iludidos em nossas próprias vontades de sermos algo mais, algo além, algo que tenha algum significado.
E então damos significado ao nada, ao que nunca foi, ao que nunca foi.
E vivemos num eterno não ser, vivemos tentando solidificar algo tão abstrato, que escorre por entre os dedos, por que não existe, simplesmente.
E não aceitamos o fato de não termos, de não sermos, de não sentirmos, de não sabermos.
Mas tentamos, nos enganamos, empurramos.
Pra saber ao menos como é pensar que se tem.
Eu tenho medo de mim às vezes. Principalmente quando eu inconscientemente desejo alguma coisa, e ela acontece. Mas não é assim, simples como parece. É quando eu, escondidinha, lá naquele cantinho de mim que ninguém conhece, ninguém vê, que eu escondo, que tá em escuridão plena, lá no fundo da vergonha e dos sentimentos negados, desejo - mesmo que seja um desejo pequenininho, um desejo não querendo desejar, um desejo com vergonha de si mesmo - que algo aconteça na vida de determinada pessoa. Algo que beneficiaria nada mais do que o meu ego, e a faria infeliz. Mas na hora em que desejo, apesar de ser um sentimento egoísta mesmo, eu não desejo de coração. Eu desejo quase inconscientemente. Eu desejo já brigando comigo mesma: "que isso, B., que vergonha!". Mas não posso negar, eu desejo. Desejei em algum momento, mesmo que tenha sido por milésimos de segundo. E daí a coisa acontece um pouco mais de 1 mês depois que eu desejei. E a coisa já durava um bom tempo. Eu sei que to viajando, eu sei que estou sendo paranóica e que não tenho tantos poderes assim (aliás, não tenho poder algum, hahaha), senão eu já estaria milionária há muito tempo, mas ainda assim, é estranho. Parece que fui eu que provoquei. Parece que eu sou a culpada, eu criei aquilo, eu fiz acontecer. E depois de pensar isso tudo, me sinto maluca por estar pensando isso, porque não tem lógica.
.
.
.
Né?

quarta-feira, novembro 08, 2006

Enquanto isso, no baile f..., digo, na academia

Estávamos na aula de ritmos e o professor falava que o dono da academia não gosta que ele coloque funk na aula. Que a academia é cheia de regras, professor não pode usar boné, nem cordão, blablabla e nem colocar funk na aula de dança. Mas o meu professor quebra todas as regras à noite (thanks Lord que eu faço à noite. Detesto regras.), quando geralmente o dono não está lá. Só que ontem ele estava, então o professor estava meio preocupado. Niqui eu, quase uma Deize Tigrona, digo:

- Ah, mas a gente gosta, é o que importa. (no maior tom de "a gente que paga, a gente que sustenta essa budega, e se a gente gosta, ele não tem nada que reclamar aonde não foi chamado".)

A gente gosta? A GENTE? Eu falei isso??? Quase comecei a rir sozinha na aula, pensando na contradição da coisa. Eu DETESTO funk. ADORO a aula. Mas quem ouviu vai achar que eu sou funkeira de carteirinha. E quem me vê quebrando tudo até o chão* diz que eu nasci num baile funk, hahahaha!


*não, é melhor nem tentar imaginar a cena.
Eu tenho umas coisas das quais me orgulho. Mas são coisas assim, bem idiotas mesmo. Idiota no sentido de se orgulhar por elas, não que elas sejam literalmente idiotas. Tipo trocar a resistência do chuveiro sozinha. Eu não preciso de homem pra quase nada, vejam só! Eu ontem troquei a resistência do meu chuveiro sem uma ajuda masculina se-quer. E pra aumentar mais ainda o meu orgulho de mim mesma, sem o bendito alicate de ponta. Se você nunca na sua vida trocou uma resistência e nem nunca viu ninguém trocando, se você nem sabe o que é uma resistência de chuveiro, você não vai entender nem um pouco a razão do meu orgulho. Se você já trocou uma resistência usando o alicate de ponta, você deve estar me achando uma heroína. E se você sabe do enoooorme sacrifício que é trocar a bendita da resistencia sem o alicate de ponta, se você já fez isso e sabe que é algo quase impossível de se fazer, que exige muita, muita paciência e inteligência, digamos, mecânica (hahaha, não sei de onde eu tirei isso, mas tudo bem), amiga-irmã-caminhoneira, você também deve estar orgulhosíssississississima de mim. Como eu acho que praticamente ninguém vai fazer parte do último grupo, bem, eu não estou cabendo em mim de orgulho.

terça-feira, novembro 07, 2006

Me digam se é só comigo ou se isso acontece com todo mundo: eu baixo vários cds, vários. Cds de atistas conhecidos, novidades, recomendados, aquele álbum novo daquele grupo super falado que ababou de sair do forno, enfim, tudo. Um monte. Tenho uma peeeeeenca de álbuns devidamente baixados. E não ouço nada. Ok, nada é exagero, mas eu ouço, assim, 15% do que eu baixo. O resto... fica. Lá. À espera. E eu não ouço nunca. Me acho maluca. Meio obssessiva, baixando coisas pra não ouvir. Mas acho que todo mundo é assim, né? Porque, sei lá, uma hora, daqui a uns anos, eu vou ouvir. Algum dia eu vou ouvir. Então eu sou prevenida. E baixo tudo.

***

Tá, colocaram Justice, o novo seriado do papai-vovô-mais-querido-amado-venerado-para-todo-o-sempre-amém Jack Bristow, vulgo Victor Garber, no mesmo horário de Criminal Minds. Que bosta. Ainda bem que tenho tido insônia ultimamente. Vou assistir os seriados todos na reprise da madruga.

Pidêite: To ficando maluca. Essa informação tá errada. Justice é na quarta, e Criminal Minds é na terça. Não sei de onde tirei isso, provavelmente li errado em algum lugar, hahaha

***

E por falar em insônia... que triste. Eu não acredito que to tendo insônia. Eu, que amo dormir. Não sei se isso é efeito da academia, da adrenalina acumulada que não tem aonde ser descarregada (porque uma certa pseudo-pessoa não colabora! Hahahahaha! Ok, isso foi piada. É, pra você mesmo. Não fica bravo, é brincadeira! ;o)), ou sei lá, se é muita coisa na cabeça, se é a idade, enfim, não sei. O fato é que nas noites em que eu consigo dormir, é aquele sono meio acordado, sabem? Você tá dormindo, mas parece que tá acordado, o olho parece que fica até meio aberto, porque a impressão que eu tenho é que to vendo tudo. E outras noites, nem isso, eu perco o sono total mesmo. E eu quero dormir. Eu amo dormir. E no dia seguinte eu acordo disposta e permaneço sem sono o dia inteiro. E nem to tomando drogas, nem nada. Vou virar um zumbi desse jeito.

***

Sábado desses, fui visitar minha vó. Papo vai, papo vem, acabei descobrindo sem querer uma cobrança indevida que estava vindo na conta de telefone dela já há 1 ano, e a bichinha nem percebeu. Daí que a pobre ficou passada, claro. Lesada há mais de 1 ano. Então estava eu lá, resolvendo o problema, falando com o moço da Cia Telefônica no telefone, quando minha doce vózinha de quase 80 anos, com a expressão de quem está profundamente indignada, solta:

- Olha só... tão me botando sem vaselina...

Só deu tempo de tapar o fone com a mão e:

- HUAHUAHUAHUAHUAHUAHUHAUHAUHAUHUAHUAHUHAUHAHUA!

segunda-feira, novembro 06, 2006

Pontos positivos do Horário de Verão:
- Você sai pra trabalhar às 7 da manhã e ainda tá super fresquinho, e não aquele calor de matar;
- Você sai do trabalho e ainda tá aquele clima de "vamos terminar o dia na praia assistindo o pôr-do-sol";
- Você pode realmente dar uma acelerada e chegar na praia a tempo de assistir o pôr-do-sol;
- Os dias de semana passam voando;
- A cidade fica com mais clima de verão, mais alegre, e as pessoas ficam na rua até mais tarde;
- Você, ao menos teoricamente, economiza luz.

Pontos negativos:- Os finais de semana passam voando. Mais do que o normal;
- Você perde uma hora de sono, e ele fica todo atrasado e desregulado até você se acostumar.

Ou seja, pra mim o horário de verão tem mais pontos positivos do que negativos, logo, eu adoro o horario de verão. E pra você?

sexta-feira, novembro 03, 2006

Nossa, só agora fui perceber que já tenho 1 ano de blog! Wow! Isso é realmente algo. Porque é difícil eu perseverar com alguma coisa, hahaha. Que legal. Mas o tempo passa rápido demais. Lembrei que ontem fui nas Americanas e me assustei quando vi agendas já de 2007. Levei um susto mesmo. Por um instante eu parei e não sabia em que ano estava, minha agenda de 2006 ainda vazia passou pela minha cabeça e eu levei bem uns 30 segundos pra me localizar no tempo. 2006 já está acabando. É de dar nó na cabeça essa velocidade com que os dias estão passando.
Sexta feira com cara de Segunda, como todo dia seguinte a algum feriado.
Sem internet no trabalho, pra começar bem o dia.

***

Eu só queria saber por que eu sempre cometo os mesmos erros. Sempre os mesmos erros. Isso não tem desculpa. Isso não tem perdão. Por que eu sempre confio, eu sempre acho que não vai mais se repetir, e eu sempre me arrependo, e virou um ciclo vicioso e eu fico realmente com muita raiva de mim por isso. Mas acho que agora eu aprendi. Vamos ver.

***

Eu ia esconder, por vergonha. Mas resolvi dizer, e vou dizer sempre que fizer, justamente pra não fazer de novo, porque ao menos vergonha na cara eu tenho. Não fui à academia essa semana. Dia nenhum. Tsc tsc. Vergonha. Nunca mais repito isso. Mas é que na Segunda não pude realmente ir, pois tive que resolver uns problemas inadiáveis à noite. Na Terça, idem. Na Quarta eu já pensei: ah, poxa, Quinta é feriado, eu vou só 2 dias na semana? Melhor nem ir!. Nem preciso dizer que o pensamento se estendeu pra hoje também, né?

***

Eu gosto tanto, tanto, tanto, tanto de Keane. Suas músicas são tão, tão, tão, tão minhas, e eu ouço tantas, tantas, tantas, tantas vezes. E de novo, e de novo, e de novo e de novo.

" I noticed tonight that the world has been turning
While I've been stuck here, withering away
Though I know I said I wouldn't leave you behind
But i have to go, it breaks my heart to say

That I can't stop now
I've got troubles of my own
'cause im short on time
Im lonely and I'm
Too tired to talk"

***

Minha conexão em casa não tem jeito. Me irrita e eu prefiro largar de mão. Então é assim, eu não conecto porque os pulsos acabam, e quando tenho pulsos eu não conecto porque a conexão não pára em pé. Saco. Não sei como faria se ainda fosse terminalmente viciada em internet, como já fui um dia.

***


Às vezes tenho a impressão de que a qualquer momento eu vou ouvir: "B., você realmente acha que está enganando alguém?"

***

"When people try to be abnormally good, something is trying to go absolutely wrong"
(C.G.Jung)

quinta-feira, novembro 02, 2006

Conversa entre um paulista e uma carioca...

J. says: Mas o feriado não é dia 15 ???
B. says: o feriado da quarta nãoi dá pra mim, eu não enforco! daí quero chegar na sexta à noite, se conseguir sair mais cedo e volto na segunda de tarde
J. says: Enforca ???
B. says: é!
J. says: O q isso ?
B. says: tu nao conhece a expressão enforcaaaaaarrr?????
J. says: Huahuaheau não enforque mesmo!!!
B. says: HUAUHAUHAUHAUHA
B. says: enforcar,tipo, o feriado é na quarta, mas eu emendo a quinta e sexta, então eu ENFORCO a quinta e a sexta! não acredito q tu nao conhece!
J. says: Huhaeuaheuheuah não. Aqui é emendar mesmo.
J. says: Se ouvisse isso no Rio ia ficar assustado já.
B. says: já ia dar uma olhada pra ver se não tinha nenhuma corda por perto, née?? hahahahahhaa
J. says: "Vou enforcar na quinta"
J. says: O q tu entende por isso?
J. says: Huaheauheu ia sair correndo já...
B. says: HUAHUAHUAHUAHUA!

quarta-feira, novembro 01, 2006

sexta-feira, outubro 27, 2006

Verdades sobre as fotos do Orkut

HAHAHAHAHA! Achei sensacional. Do Kibe Loco.

Juro, levei um baque quando li a notícia de que Marilia Gabriela e Gianechini se separaram. Poxa, fiquei triste mesmo. Formavam um casal super bacana. Enfim, é a vida. Já vi que não entrei na academia à toa. hahaha

***

Então saiu a lista das 100 mulheres mais sexies (sexy, sem plural? Corrijam-me, por favor) da VIP. Ridícula, na boa. Uma lista que tem a Fergie em 93° lugar e a (blérgh) Deborah Secco em 23° não vale nada pra mim. E ainda tem Sandy em DÉCIMO LUGAR e Adriana Bom Bom em QUARTO LUGAR! Ah, me poupem.

***

Castigo - Um beijo de língua pra quem adivinhar o que eu dancei* na aula de ritmos da academia (justo a que eu mais gosto).

***

Dia 31 de outubro passa no AXN o episódio final de Alias. Poutz, eu vou chorar nesse dia, juro. Que triste!

***

Dia 25/10/2006, o dia que não devia ter existido. Explico: tudo, TUDO deu errado nesse dia. Não só pra mim, mas pra um moooooonte de gente que eu conheço. Foi o dia contrário àquele das boas vibrações e blablabla. Vou te dizer, se eu contar ninguém acredita em tudo que aconteceu nesse dia. Ainda bem que passou. E eu saí inteira.

***

A academia, definitivamente, está sendo algo muito legal e está me fazendo muito bem. Fico tão, tão, mas tão disposta que chego em casa morrendo de sono, tomo banho, deito e... nada. Não durmo. Fico acordada. Perco o sono. Fico elétrica. E no dia seguinte acordo cedo na boa. E nem durmo mais no ônibus. E nem fico trabalhando como um zumbi em frente ao micro. Muuuito, muito bom. Não sei quanto tempo isso vai durar, mas eu to adorando.

***

Programão de fim de semana chuvoso e sem internet em casa: fazer pão.



* FUNK e AXÉ. Inacreditável. Eu morro de rir de mim mesma e da ironia da coisa. Só falta um pagode pra fechar. Mas eu to adorando.

quinta-feira, outubro 19, 2006

Meu mais profundo respeito e admiração total por todas as pessoas que fazem ginástica e musculação e têm seus corpos esculpidos. São pessoas corajosas, persistentes e mais do que tudo, resistentes. Nossa, quase me ajoelho e rendo vivas a elas.

Por que ninguém nunca me avisou que ginástica é muito, muito, muito, dez mil vezes pior do que musculação?!?!?!? Quando cheguei na academia, o professor de musculação perguntou se eu estava dolorida. Eu cheguei até a ficar com raiva dele justamente por não estar nem um pouco dolorida, achando que ele tinha me passado uma série muito fraca ou algo assim. Quando saí da aula de ginástica, a vontade que eu tive foi de ir até ele e dizer: "AGORA SIM eu estou dolorida!". Eu quase saí correndo (mancando, no caso) no meio da aula de ginástica. Totalmente arrasada. Haja perna. Quando apareceu uma criatura depois da aula perguntando quem ia fazer spinning eu quase fuzilei o homi com os olhos, juro! Eu parecia uma rã morta quando saí da academia. Viva a musculação e todos aqueles aparelhos. Aquilo é fichinha perto da ginástica. Hoje quase nem consegui subir nos degraus do ônibus. Dorflex na veia. Mas ainda estou no pique. Hoje vou de novo. Eu gosto de sofrer.

***

Eu estou tão arrasada pelo "fechamento" do Legendaz, que nem consigo falar nada. Porque tudo que eu vou falar é tão óbvio, tão lugar-comum, que eu nem tenho forças pra falar. É tudo tão absurdo, tão ridículo, tão idiota, que eu já perdi as forças. Como eu já disse algumas vezes, o mundo tá é de cabeça pra baixo. Com tanta coisa mais importante pra Federal se preocupar, vão atrás do cara que vende dvds piratas. Uau, puxa, que criminoso perigoso. Quanto prejuízo pra sociedade. Nossa, ficamos muito felizes com essa super investigação. Resolveram o problema, né? A-ham. Ok, eu disse que não ia falar nada. To passada. É um absurdo. Dez mil vezes absurdo.

***

E lá fora chove, chove, chove.

segunda-feira, outubro 16, 2006

É normal acordar no PRIMEIRO dia de academia já pensando "ai, não acredito q tenho academia mais tarde. Pra que eu fui me inscrever????"
Acho que não, né? Ao menos no primeiro dia eu devia estar empolgadíssima.
Mas, por ironia do destino (ou por boicote do inconsciente mesmo), eu deixei pra comprar a roupa de ginastica hoje. HOJE. DIA DO COMERCIO. Hahahaha. Não foi conscientemente isso, juro. Estive com a roupa na mão semana passada. Mas queria ir em outras lojas, e pensei "ah, Segunda-feira eu compro". Daí hoje é que me toquei. Fiquei desesperada (pensaram que eu tivesse gostado do boicote, né?!). Mas tive que ligar pra lá e desmarcar. Amanhã começo.

***

E não é que quando a gente trabalha o dia passa rápido?

***

Assisti Separados pelo casamento. Não sei se eu ando muito emotiva, sensível, o escambau, ou se as pessoas andam muito pela superfície. Aquilo é comédia? Só se for humor negro. Pra mim aquilo é uma realidade muito triste e muito doída. E a Jennifer acertou na mão. Rolou uma identificação total (ultimamente ando falando muito isso). Ok, tem seus momentos engraçados, mas nem por isso é uma comédia romântica. Triste, triste.

***

É verão, bom sinal, já é tempo de abrir o coração e sonhar... (mas B., ainda nem é verão!)

***

Três comerciais muito legais que estão passando na tv, mas infelizmente eu não achei no youtube (sim, lá tinha que Ter tudo. Absurdo.) O da Seda, aquele "Me olha. Me olha de novo.". É lindo, amei. O do cartucho de tinha Faber Castell ("Numa folha qualquer eu desenho um sol amarelo...") e o da Claro. O da Claro é lindo demais, uma fofura só. Queria ter esses comerciais todos baixados no micro. Não bastam as séries e músicas, a gente devia poder baixar também comerciais e tal. Porque tem uns realmente muito legais.

***

É a primavera dentro de quem se quer bem. Numa primavera, eu amei alguém também.. .Foi na primavera que um dia fui feliz. Muito feliz. (alguém que lê esse blog conhece essa musica da Joelma? Super sucesso lá dos anos 60, 70? Hahahaha. Eu adoro.)

***

Da série: Por que eu sempre prefiro os "odiados"?



Dr. Alex Karev. So cute. Mas incompreendido. Ele não é mau-caráter, pelo contrário. Ele só é ele mesmo. Ele é verdadeiro, não mente, não finge, não procura agradar ninguém, ele é ele e pronto. Isso é pecado, por um acaso? Pecado é desprezar um homem desses.

quinta-feira, outubro 12, 2006

Super veloz

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Que animador, não?
Por que funkeiros nunca, NUNCA se contentam em ouvir som baixo? Por que a vizinhança toda tem que ouvir? Definitivamente, é um método de tortura eficaz.

Avaliação física na academia (ou) a primeira vez a gente nunca esquece (ou) terei que fazer análise pro resto da vida pra superar esse trauma

A primeira coisa que você precisa saber é: em 29 anos de vida (rá, aposto que você me dava uns 14, no máximo 16, lendo meus posts, né? Mas é que mentalmente a idade parou por aí, mesmo) eu nunca, NUNCA frequentei uma academia. Nunca sequer entrei. Ok, pra não dizer nuuuunca, uma vez eu me matriculei pra fazer natação, mas a parte de musculação era lá em cima, eu nem via. E além disso fiquei uns 2, 3 meses no máximo. Então eu parecia, sei lá, a filha mais nova da família Buscapé. Bem por aí, mesmo. Quase agarrei a recepcionista (que pra minha salvação é super simpática e solidária) e a arrastei comigo, pra não Ter que enfrentar o monstro da academia sozinha. Mas o problema é que só tem ela na recepção. Não ia ficar ninguém lá se eu fizesse isso. Acho que ela poderia ser despedida. Então enchi o pulmão de ar, e fui. Enfrentei.

Primeiro que nada nunca vai me fazer superar o mico de ter que, gorrrrrda, ficar de short, top e tênis esperando pela bendita pessoa que ia fazer a avaliação física, enquanto seres sarados passavam pra lá e pra cá me fazendo querer ser a mulher invisível naquele momento. Nada, nunca. Que horror. Me senti a baleia branca fora da água. Aliás, uma coisa que eu reparei: QUASE NÃO TEM MULHER NESSA ACADEMIA! O banheiro feminino estava vazio, vazio! Wow! Ao menos uma boa notícia (no caso, pra daqui a alguns meses, quando eu deixar de ser uma lua ambulante!)

Depois de minutinhos que pra mim pareceram ho-ras, o homem chega. O professor. Ou médico. Ou sei lá em qual categoria ele se enquadra. (poutz, só AGORA é que me toquei de que não perguntei o nome dele. Hahaha) O cara me olha de cima a baixo, parecia que ia me comer ali mesmo (vai que o cara tem tara por gordinhas, né? Nunca se sabe), e pergunta se sou eu que vou fazer a avaliação. Não, Pedro Bó, eu to aqui porque eu a-d-o-r-o exibir a banha para branquelos sarados como você! Ok, eu disse que era eu (claro), e entrei naquela saleta-cubículo. Ligeiramente nervosa, porque é uma sala minúscula mesmo e eu já ouvi várias histórias de professores de academia que agarram alunas indefesas e virgens (mas não gordas, o que me tranquilizou um pouco), e ok, eu não me enquadrava em nenhuma dessas opções, mas vai saber, né? E ele muito educado, me mede aqui e ali, conversa, tenta descontrair e então eu já mudo de opinião e passo a achar que ele é gay (e nem é por que ele não me agarrou, tá?). Bom, infelizmente eu não tenho o tal radar, mas como essa segunda opção me deixou mais tranquila, foi nela mesma que eu me agarrei e assim fiquei até sair da bendita salícula.

E então, depois de várias perguntinhas bobas, tipo: “você sente dor em alguma parte do corpo?” e várias respostas mentirosas, tipo: “não, nenhuma” enquanto eu em pensamento respondia “sim. No joelho, na coluna, na sola do pé e no quadril também. Mas se eu te contar tudo isso você vai me mandar morrer gorrrrrda mesmo, porque o caso é irremediável.”, ele mediu a gordura da minha barriga. Hohoho. Eu tive que rir. Porque quando a gente fica sem graça, ficar calado é pior. Então a gente fala, pra podermos rir de nós mesmos sem culpa. Daí que, pra deixar o cara menos constrangido, pra tirar do rosto dele aquele ar de preocupação, de “puxa, vou ter trabalho pra eliminar essa barriga”, eu disse: “Muita gordura aí, né?”. E ele, pra me dar aquela injeção de ânimo, só respondeu: “BASTANTE”. Então eu disse que nem precisava medir gordura pra saber disso, porque o espelho me diz exatamente isso todo dia. (Aliás, não há nada, nada, nada mais sincero e direto do que o espelho. E nada mais cruel, quando se está gorda. Fiquei horrorizada quando me vi no espelho da academia. Mas eu tenho minhas dúvidas se eles não tiraram aquele espelho da Sala dos Espelhos de algum parque de diversões, justamente pra pessoa ter uma imagem tãããão pior do que já é e ficar realmente desesperada e querer ir pra academia 9 dias por semana)

Ele perguntou a minha idade duas vezes. E fez cara de “huum..”, na Segunda vez. Tipo surpreso. Mas eu não sei se surpreso pro lado bom (“nossa, até que ela tá bem pra 29!”) ou pro lado ruim (“nossa, como pode uma pessoa nesse estado aos 29 anos?!?!?”). Enfim. Também não quis pensar muito nisso.

Ele também perguntou quantos dias eu iria à academia. Tasquei logo um “quatro”. Tratamento de choque.

Ah sim, e ele também me mandou fechar a boca. Hmpf.

- É só isso. Agora você passa na recepção e marca duas sessões de treinamento
- Duas sessões de treinamento?
- Exato
- E quando fica pronto o resultado?
- Então, marca já as sessões pra começar
- Ahh... sessões de que, mesmo?
- Treinamento
- Ahhmm... tá
- Pode trocar de roupa. E soltar o cabelo também. Daqui a 3 meses eu faço tudo de novo.
- Ah, mas a barriga vai estar menor.
- Ah, vai sim
- Tchau, então.
- Tchau
- É sessão de treinamento, né?
- Isso.
- Desculpa, é que não sou nem um pouco familiarizada.
- Ah, mas você vai se familiarizar rapidinho.

Ele que disse. Ainda bem.

quarta-feira, outubro 11, 2006

- eu falo com vc e vc me deixa no vácuo, né?
- q vácuo? eu falei com vc
- falou nada!
- eu te dei boa tarde
- ah, agora. Mas de manha vc não falou
- qdo isso?
- eu tava aqui te dando tchauzinho e vc me olhando com cara de paisagem
- ah, é porque você tá de verde...


HUAHUAUHAUHAUHAUHAHUAUHAUHAUHA

Dona Atrasilda

Eu sou super atrasada com as coisas. Super. Eu só descubro as "novidades" quando todo mundo já enjoou delas. E eu to atrasada bem uns 6 anos ou mais com essa aqui, mas Bittersweet Symphony não sai mais do meu repeat. Estou totalmente viciada nela, querendo ouvir toda hora e enxergando o mundo com um olhar diferente enquanto a ouço. Perfeita demais.

"No change, I can change
I can change, I can change
But I'm here in my mold
I am here in my mold
But I'm a million different people
from one day to the next
I can't change my mold
No, no, no, no, no
"

terça-feira, outubro 10, 2006

"eu gosto da sua saia assim
vem deitar perto de mim
verdade, eu não me importo
quero um amor que não sei mais sentir
"

(O rock acabou - Moptop)

Eu nem conheço o grupo direito, mas eu gosto dessa música. E não sei explicar o que eu sinto quando ouço a parte "eu gosto da sua saia assim". Me parece tão... íntimo. Não sei. Mas acho lindo. Eu posso estar fazendo o que for, posso estar distraída, ocupada, nem prestando atenção na música que toca no rádio. Mas quando ele canta "eu gosto da sua saia assim", pronto, eu derreto. É daquelas coisas inexplicáveis.

***

"a B. ri à toa. Vive rindo, já acorda rindo. Mas não pisa no calo dela não, porque quando ela fica nervosa, ela é que nem a vó."

hehehe, minha vó me descrevendo pro amigo dela que me viu pequena e perguntou pra ela como eu era hoje.

***

Tem gente que tem paciencia com coisas. Eu NÃO tenho paciência com coisas. Eu tenho paciência com pessoas, muita paciência mesmo. Mas eu não tenho paciência pra escrever à mão, preencher formulários, artesanato, nada dessas coisas que demorem mto tempo pra serem concluídas. Porque eu gosto de tudo rápido. Pá-pum. Acho que sou ansiosa. E incluo nessa lista de impaciências essas coisas todas que as mulheres amam fazer, tipo: escova, manicure, pedicure, bla bla bla. Detesto. Comprar roupa, então, nem se fala. Se eu pudesse, piscaria os olhos e puff, aparecia tudo na minha frente já prontinho.

***

Tenho que enfiar na cabeça que vou fazer academia pra cuidar da saúde, do corpo, e não só da estética. Porque se eu pensar que é só pra emagrecer, pra fazer a barriga sumir, pra isso ou aquilo, eu vou achar muita perda de tempo, muito sacrifício pra algo que eu não dou a mínima. Ok, dou a mínima sim, mas não tanto a ponto de me sacrificar. Então eu tenho que lembrar que vou fazer academia pra ficar mais disposta, porque exercícios fazem bem pra mente, porque eu vou sentir os efeitos mais tarde na velhice, e com a ajuda da endorfina, eu sobreviverei.

domingo, outubro 08, 2006

Domingo "perdido". Assisti dois filmes e meio e dormi de tarde. Eu DETESTO dormir de tarde. Quase sempre tenho pesadelos, não durmo direito e acordo com uma sensação péssima de inutilidade.

E é tanto tempo que se perde não produzindo, não fazendo, simplesmente existindo e nunca sabendo, nunca vivendo.

Vamos lá, no 3. TRÊS!

Eu não tenho mais internet em casa. Porque só tenho direito a 100 pulsos por mês. E perco todos eles tentando reconectar cada vez que a conexão cai.

Uma das vantagens da internet é que ela te permite conhecer pessoas que você não conheceria nunca, seja por serem de outro estado (ou até mesmo de outro país), seja porque realmente vivem em um mundo completamente diferente do seu. A desvantagem acontece justamente quando esse conhecimento morre no virtual. Fica uma sensação de frustração, de não ter completado a garrafa. Mas sempre vale a pena. Sempre vale. Por mais que algumas pessoas achem absurda essa coisa de conhecer pessoas pela internet, justamente pela falta de aproximação física, pela ausência de olhares, de gestos, de sentir as pausas nas falas, quem me garante que eu não conheço melhor a pessoa com quem eu teclo do que aquela que vive ao seu lado ali, no dia a dia? Porque ela pode ver todos os seus olhares, mas talvez não enxergue a alma. E aí não adianta nada. E além do mais, nós nunca conhecemos alguém. Nunca. Não completamente. Às vezes acho que há mais chance de conhecer sendo desconhecida, do que aquela que conhece. (Essa minha última frase ficou sensacional, podem dizer.)

Estou assim, u-au!

Às vezes o mal das pessoas é pensar demais. Demais, demais. Pensar longe. Pensar "se" o tempo todo. Fazer previsões. Geralmente as previsões erradas.

terça-feira, outubro 03, 2006

É comigo, sou eu. Não é você, não é ele, não é ela, não é o espaço, não é a falta de espaço, não é a dor, não é o tempo, não é a falta de oportunidades, não é. não é nada disso. Não é nada. Sou eu. Só eu. Dentro de mim. Perdido. Algo perdido dentro de mim. É tão pequeno e tão incômodo, e eu não acho. Procuro, procuro, procuro. E ele escapole das mãos quando eu penso que peguei. E se perde em mim de novo. Vai crescendo invisível. Com uma força potência máxima. Não acho, não acho, não curo. Não mudo. Não reajo. Não, não, não. Nem se tomassem todos os analgésicos, calmantes, prozacs e lexotans do mundo, poderiam ficar tão letárgicos como eu. Nem. Nada. Não tem cura. Não vou falar. Nada agora vai adiantar. Porque esse algo perdido brinca dentro de mim. Olha pra mim e ri e some, desaparece. E eu corro atrás, mas perco. O perco. Me perco. Depois não acho nem a ele e nem a mim. Nada. Um nada. Absoluto, imenso, oceânico nada. Sou eu.

quarta-feira, setembro 20, 2006

sexta-feira, setembro 15, 2006

Um recadinho pra quem de direito...



e um bom fim de semana pra todo mundo!

quarta-feira, setembro 13, 2006

Papos nonsense, o retorno

- Ah, me esqueçam de dia de semana de noite e de fim de semana. Terei dois meses de não-vida.
- Eu nao abro mais mao da vida. prefiro morrer a abrir mao dela.

Papos nonsense

- Mas falando sério... Poderiam mandar pessoas doentes pro espaço... Pra ver se dava tempo de encontrar a cura...
- Bem, você pode mandá-las pro espaço explodindo-as.

(o contexto: viagem no tempo. "A teoria da relatividade prevê que os objetos em movimento sofram o efeito de dilatação do tempo que pode ser maior ou menor de acordo com a velocidade. Assim, o tempo para um objeto ou para uma pessoa dentro de outro objeto em alta velocidade passa mais lentamente do que para objetos que se movimentam a baixas velocidades. Esse efeito já foi observado em testes com relógios de alta precisão colocados em aeronaves muito velozes e poderia, em tese, ser utilizado para fazer uma “viagem de sentido único para o futuro”.

Para um astronauta que viajasse a uma velocidade de 98% da velocidade da luz, cada ano percorrido por ele corresponderia a cinco anos passados no tempo da Terra. Caso essa viagem durasse 20 anos, ele teria viajado 20 anos em direção ao futuro, envelhecendo apenas quatro anos. “A dilatação do tempo, na teoria da relatividade restrita, é um efeito puramente cinemático. O atraso nos relógios dos observadores deve-se única e exclusivamente ao seu estado de movimento”, enfatiza o físico Carlos Romero Filho, da Universidade Federal da Paraíba (UFPB).
")

segunda-feira, setembro 11, 2006

Não é impressionante (chega a ser até assustador) como certas coisas acontecem pra te salvar? E naquele dia em que você está sentindo o peso do mundo nas costas, uma rara, raríssima aparição online te salva o dia e faz tudo ficar mais leve e você fica feliz, feliz, feliz. É realmente muito bom quando isso acontece. Eu fico com aquela sensação de que alguém cuida de mim e faz as coisas acontecerem exatamente do jeito que eu preciso. [o texto breguíssimo que estava aqui foi retirado devido a um restinho de bom senso que ainda resta a esta que vos escreve, e que não deixou a mesma em paz enquanto ela não diminuiu ao menos essa vergonha do currículo]
- cruz credo, se fosse caso de vida ou morte eu já tava até enterrada.
- Eu ia roer teu osso! Para não dizer que nunca te comi.
Como é ruim ficar sem internet em casa. A gente se acostuma a ter todas as notícias do mundo ali, a um passo da cama, sem gastar um centavo (ok, isso é relativo), saber o que acontece em cada parte desse mundão. Sem internet em casa eu me sinto meio alienada, parece que o mundo pode explodir e eu não vou ficar sabendo. Mas enfim, por outro lado é bom, porque você se acostuma novamente a uma vida normal, sem essa dependência diária da internet, e aproveita o tempo pra outras coisas, revê os amigos, sai e não fica com aquele pensamento "ai, queria estar em casa, na internet!", um desprendimento mesmo. Um reaprendizado. Uma coisa mais dosada. A dosagem certa. Mas é difícil. Pra quem tá muito acostumado, fica sempre um certo buraco. Vício é triste. Mas está sendo bom.

E hoje faz 5 anos do atentado ao World Trade Center. O tempo é algo impressionante. Na minha cabeça, parece que isso aconteceu há uns 2 anos, no máximo. Lembro como se fosse hoje, estava aqui no trabalho e ouvimos a notícia do primeiro avião pelo rádio. Quando ligamos a tv, mostrava a explosão de outro avião, mas a gente assistia pensando que era uma reprise. Foi uma sensação tão estranha, um misto de desespero, de não saber o que iria acontecer dali pra frente, uma sensação de que nada nunca mais seria igual, um medo, e lá no fundo, beeeem escondido, um certo orgulho (bizarro, eu sei. bizarríssimo. não sei como tenho coragem de contar essas coisas) por estar vivendo um momento marcante na historia. Enfim, foi há 5 anos. E se tudo continua muito vivo na minha memória, imagina para aqueles que estavam lá, que perderam familiares, amigos, e morreram um pouco junto. Vítimas. Inocentes. Como se fossem simples bonecos, como se fossem nada. Triste não é uma palavra suficiente.

Aliás, eu ando cada vez mais com menos vontade de ler os jornais. Muita gente também anda assim, eu sei. Mas é deprimente. Só violência, só fatalidades, só coisas que você não pode mudar, suas mãos e pés atados, vocÊ não pode fazer nada e tem que conviver com aquilo. É por isso que às vezes é bom a alienação. Ler só aquelas coisas bobas, fúteis, que te mantém anestesiado, longe da realidade, se msofrimento. Sério. Porque, de que adianta você saber de tantas coisas ruins que acontecem no mundo, quando você não pode mudar nada? É só pra desesperar, então? Porque ultimamente é isso que anda acontecendo comigo. Quero cada vez mais fugir pra um lugar calmo, distante, isolado, aonde eu viva a minha vidinha de maneira bem egoísta, sem saber da violência que toma conta do mundo, sem saber de nada. Morar no mato, na montanha, na praia deserta. Feliz foi o Marlon Brando, que comprou uma ilha no Taiti.

Sério, ando vendo tanta desigualdade no mundo, que só tenho feito chorar. Chorar, porque é absurdo, chorar porque não posso fazer nada, chorar porque há pessoas que podem fazer e não fazem, chorar porque é tudo muito, muito, muito injusto e chorar porque as pessoas são muito ingratas e não conseguem enxergar a oportunidade que tiveram na vida, e têm tudo pra serem felizes e não são, enquanto outras enxergam o copo meio cheio quando ele está realmente meio vazio, mas elas brilham, elas enxergam o bom, elas recebem tudo com alegria e são felizes, e não reclamam. Na verdade, elas têm tudo, tudo, tudo, que aqueles rios de dinheiro das pessoas egoístas e infelizes não compram. Então é assim, quem tem tudo, reclama. Quem não tem, é agradecido e vive feliz. O que me revolta é que elas podiam ter mais. É que não precisava tanto sofrimento. É que enquanto uns gastam milhões e milhões com putaria, com cirurgias, com lipoesculturas, lipo-o-caralho-a-quatro, outras precisam de nem tantos milhões assim pra curar uma doença, pra fazer um tratamento de saúde, pra operar um defeito de nascença, pra ter o que comer por 1 mês, pra fazer uma criança mais feliz corrigindo as mãozinhas que nasceram com os dedos colados. É totalmente revoltante isso. E o que eu posso fazer? O que? O que eu posso fazer, eu faço. Mas é pouco, é tão pouco. Tem gente que poderia fazer tão mais, tanto. Não é à toa que são infelizes. Fúteis. Parecem aqueles porcos em que foram transformados os pais de Chihiro (A viagem de Chihiro), se esbaldando naquela comida, porcos, porcos, porcos, só engordando, a gula, sem necessidade, só porque tinha muita, e eles querendo mais e mais e mais, e seriam abatidos depois. Enfim. Ando revoltada. Quase nem deu pra perceber, né?

Quando eu abri o blogger hoje, eu não tinha o que postar. Eu ia só escrever "Eu tenho blog pra quê, mesmo?". Pra desabafar. Lembrei.

sexta-feira, setembro 08, 2006

Eu tenho o péssimo, triste, horrível, deplorável hábito (mania? falha no caráter? pobrema de cabeça? é, acho q esse último é o mais apropriado) de me arrepender um tiquinho das coisas que eu não fiz no passado, e que tive N,X,Y,Z chances de fazer. Me arrependo. E aí vou fuxicar como anda a vida das pessoas sem mim (aaahh, orkut, orkut. o que seria da minha vida sem você.(bom, acho que seria menos sofrida, porque eu não teria como saber da vida dos outros e continuaria imaginando que a vida das pessoas acaba naquele momento em que eu saio dela.)). E fico "ai, como eu fui burra em não ter dado chance". E fico pensando em como poderia ter sido e não foi porque EU não deixei ser. Idiota, idiota, idiota. Burra, burra, burra. Vou ali me esbaldar no pasto.

Unbelievable

E o candidato aqueeeele, ainda pede voto pro filho. Pro f-i-l-h-o! Mas vá ser cara de pau assim lá do outro lado do mundo, viu. Esse povo tinha que abrir uma fábrica de óleo de peroba. E o pior é que ainda vai receber votos, mesmo.

segunda-feira, setembro 04, 2006

É tanta coisa pra ler, é tanta informação, tanto pra fazer, e a cabeça não acompanha, o micro não acompanha, o cérebro não retém as informações, o micro -leeeeeeento- não alcança a velocidade com que elas chegam, e são várias, são muitas, todas, ao mesmo tempo. Uma, duas, tres, quatro janelas abertas, politica, violencia, musica, cinema, e o micro apita, trava, a visão fica turva, o cérebro dá um nó, tem que estudar, trabalhar, pesquisar, ouvir, coordenar, preparar, escrever, postar, lembrar a senha - uma só não, várias. Quem foi o imbecil que criou esse sistema de senhas? Daqui a pouco vamos precisar de senha pra tomar banho, escovar os dentes, etc e tal -, informar. Vontade de correr, gritar e me esconder na serra, na floresta, na praia deserta, na ilha, longe, longe, longe. Os arquivos desorganizados nas várias pastas do micro, embolados, misturados, a mente também bagunçada, fica mais difícil achar qualquer coisa na desorganização, fica dificil tomar qualquer decisão quando os prós e os contras não estão bem definidos. E por isso, por isso os sapatos trocados, por isso abro a geladeira quando na verdade quero é abrir o armário da cozinha, por isso quero ligar pra um amigo e disco o nro do meu próprio celular - e ainda corro pra atender -, por isso não durmo mais direito. Por isso não guardo seu nome e muito menos o seu telefone. Por isso não sou mais a mesma, por isso não estou tão presente, por isso venho me isolando do mundo, por isso quero e preciso, puf, me transformar em cinzas pra voltar novamente zerada, inteira, cheia de energia, brilhante, com uma mente novinha em folha, fresca, saudável, numa nova versão de mim.

quarta-feira, agosto 30, 2006

Eu sou normal

Querido leitor-amigo-irmão-caminhoneiro, o que você faz quando numa bela manhã de quarta-feira, você sai de casa pra trabalhar, caminha até o ponto de ônibus, sobe no ônibus, desce 5 pontos depois, espera o outro ônibus que você tem que pegar, sobe no ônibus, paga a passagem, passa a roleta, senta-se confortavelmente, se ajeita, coloca o fone de ouvido, olha pro seu pé e constata que você está calçando o seu CHINELO HAVAIANAS no pé direito e uma SANDALIA DELICADA no pé esquerdo, num verdadeiro A dama e o Vagabundo "podolográfico"? Sim, sim, é isso mesmo que você está pensando. É grave. Gravíssimo.

terça-feira, agosto 29, 2006

Pelos emails da vida...

From: Belarmina
To: Chiquinho
Sent: Friday, August 25, 2006 4:25 AM
Subject: Indiano com dois pênis quer retirar um para ter "vida normal"


Indiano com dois pênis quer retirar um para ter "vida normal"


Um empresário indiano que nasceu com dois pênis quer remover um deles para poder casar e ter uma vida sexual normal. (...)

"Um caso de dois pênis funcionais nunca foi visto na literatura médica. O mais comum, quando há duplicidade de órgãos, é que um seja mais rudimentar", disse um cirurgião entrevistado pelo jornal.

Segundo médico, a cirurgia será um desafio, porque ambos os pênis foram bem formados e têm um bom fornecimento de sangue. (...)

From: Chiquinho
To: Belarmina
Sent: Tuesday, August 29, 2006 4:03 PM
Subject: Re: Indiano com dois pênis quer retirar um para ter "vida normal"


Será que ele é ambidestro?
AHUHAUHUAUHAHUAHUAHUA
coitado...


****

From: Chiquinho
To: B.
Cc: Severino
Sent: Tuesday, August 29, 2006 4:43 PM
Subject: Re: GENTE!


Que cara-de-pau.
Mas muito ingênuo o cara.
Óbvio que ele seria descoberto....
Vai rolar processo, né?????


From: Severino
To: B.
Cc: Chiquinho
Sent: Tuesday, August 29, 2006 4:47 PM
Subject: Re: GENTE!


bem, B., vc pode aproveitar a cara dele

terça-feira, agosto 22, 2006

O tempo não para, e eu não ando com tempo. E tempo + falta de disposição = nada de posts. Enfim, várias coisas que eu "escrevo mentalmente", várias coisas q eu vejo postadas, mas não dá pra sentar e escrever, e o tempo passa, e quando eu vou ver, não fiz. Eu queria participar da blogagem coletiva pela paz, mas não tive tempo de preparar um post decente. Mas ocmo o que vale é a intenção da coisa, é a reunião de energias positivas, darei aqui a minha humilde colaboração. Porque todos queremos a paz, e minha energia positiva vai nesse bolo.

sábado, agosto 05, 2006

B. diz:
eu n sabia q o Colin Farrel já tinha interpretado um gay
(...)
B. diz:
nooossa
B. diz:
q trilha boa a do filme!
B. diz:
tá tocando uma musica leeeeeeeenda no final
R. diz:
qual filme?
B. diz:
esse com o Colin Farrel
R. diz:
tah, esse com o colin farrel eh o nome do filme?
B. diz:
HUAUHAUHAUHA



***

"irmães". Eu li isso por aí na internet. Juro. Não, eu não tenho nada mais interessante pra fazer do que ficar postando erros de portugues dos outros. Mas vamos combinar, um errinho ou outro, tudo bem. Só que a coisa tá ficando assustadora. De 10 perfis que eu leio no orkut (mas essa garota não tem vida social mesmo, néam?), em 8 eu acho erros horripilantes. Acho que vou fazer um livro disso.

***

Leio no jornal que ao menos a internação da Gloria Maria serviu pra alguma coisa. Descobrir a idade dela. 57 anos. Ok, não era exatamente assim que estava escrito, mas o sentido era esse. Claro, porque saber a idade da Gloria Maria era uma informação vital pra nós, simples mortais. Havia um buraco negro e vazio em minha alma por não saber a idade da Glória Maria. Mas agora tudo começa a ficar mais claro, mais leve, e, oh, vejo uma luz! uma luz! Eu vou pra luz!

***

Por falar em luz, eu acho tão deprimente quando no final da noticia de internação de algum artista, eles colocam toda a trajetória da pessoa até então. Sabe como? Parece que a pessoua vai morrer amanhã, credo.

***

Os dentes da Xuxa estão TÃO BRANCOS, que dói a minha vista qdo olho pra tv.

***

Tem programa melhor pra um sábado à noite do que assistir Criança Esperança? Ah, claro que tem, tá passando o filho do Tim Maia no programa do Ratinho!

***

"Não bata. Eduque", tia Xuxa diz. E os boatos de que ela batia nas crianças nos intervalos de gravação do Xou da Xuxa, heinnn? E vamos todos assistir Super Nanny no SBT! Uma amiga minha disse que se toda vez que o filho fizesse arte, desobedecesse as "regras", e ela fosse lá, ajoelhasse, olhasse nos olhos dele e explicasse que ele desobedeceu regra tal e por isso ele iria ficar no tapetinho da disciplina, ela iria abaixar e levantar tantas vezes que nem precisava mais de academia, ia ficar enxuta. hahaha

***

O Chorão canta ao vivo, por cima do playback mesmo, e não tá nem aí pra produção do programa. Por isso que eu gosto desse cara. E a Sandra Annenberg tentando entrar no ar e ele não pára de falar, hahahaha.

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uau! as doações já passaram dos 5 milhões de reais. Eu preciso de 5 mil só, obrigada.

***

Gente, o Cauby Peixoto não tinha que estar no Museu de Cera não, hein?

***

Bom, nem consegui terminar de assistir o Criança Esperança, de tão legal que tava

***

Não sei como terminar esse post. Comecei escrevendo no sábado à noite e agora já é domingo à noite e eu não tenho paciencia pra escrever mais nada. Às vezes os dias são divertidos. E isso geralmente sempre depende da sua disposição em se divertir. Em levantar da cama e sorrir pro sol e correr pro vento. Uma foto, uma musica, uma frase, um sorriso, um reencontro, uma lembrança. Essas pequenas coisas fazem a vida valer a pena, sempre. Só não vale lembrar que amanhã é segunda feira e você tem que trabalhar, porque isso faz a vida parecer estar sendo desperdiçada, sempre.

quarta-feira, agosto 02, 2006

É só comigo ou esse mundo internético tá ficando um tanto quanto chato, tedioso e sem graça?

Ok, não precisam responder, é só comigo.