My blog is worth $2,258.16.
How much is your blog worth?
quarta-feira, outubro 31, 2007
sexta-feira, outubro 26, 2007
Enquanto isso, por email...
"ah, e aqueles milhoes de telefonemas no celular (que eu não atendi), foi pq minha vó, quando cristo tinha 3 anos de idade, ouviu de um vidente que dia 29 vai cair um aviao na Paulista, pra eu não ir pra lá. Eles estao me ligando desde segunda pra isso (fui atender ontem: "a bateria do cel pifou", disse eu, haha). Eh tao urgente q em vez de "não vá pra Paulista", o email dizia "me liga a cobrar".
eu mereço..."
HUAHUAHUAHUA
eu mereço..."
HUAHUAHUAHUA
quinta-feira, outubro 18, 2007
"Diabos, precisamos de humor, precisamos rir. Eu costumava rir mais, eu costumava fazer tudo mais, exceto escrever. Hoje, escrevo e escrevo e escrevo, quanto mais velho fico, mais escrevo, dançando com a morte. (...) Qualquer coisa que digo soa bem porque eu arrisco quando escrevo. Gente demais é cuidadosa demais. Estudam, ensinam e fracassam. A convenção apaga a sua chama."
(O capitão saiu para o almoço e os marinheiros tomaram conta do navio - Charles Bukowski)
(O capitão saiu para o almoço e os marinheiros tomaram conta do navio - Charles Bukowski)
sábado, outubro 06, 2007
"Então vem Nelita. Com 20 anos, noiva, estudante da PUC carioca. Aproximados por Noelza Guimarães, prima de Nelita, esta e um Vinicius cinqüentão engatam um namoro às escondidas. Fogem para Roma e Paris. Vinicius bebe muito, mas escreve para ela os textos de Para uma menina com uma flor. É a época de "Garota de Ipanema", mas também, um pouco antes, a dos primeiros afro-sambas com Baden Powell ("Berimbau", "Canto de Ossanha")."
(Eu sempre quis saber pra quem ele tinha escrito Para uma menina com uma flor, que eu tanto, tanto, tanto, tanto amo.)
sexta-feira, outubro 05, 2007
terça-feira, outubro 02, 2007
Love is a loosing game...
Ok, eu confesso, estou ligeiramente obcecada por essa música. Mas tem como não amar ouvir essa mulher cantando? Além de tudo essa foi a apresentação que marcou o retorno da Amy depois de uma "tribulada" (estou sendo boazinha) fase de tapas, overdoses e rehab. Enfim... Love is a loosing game, ladies and gentlemen.
quarta-feira, setembro 26, 2007
Ai...
Começaram as novas temporadas das minhas séries preferidas.
How I met your mother
Californication
Heroes
Dexter
Grey's Anatomy
Smallville (é, é, eu gosto)
Pushing daisies (ok, essa ainda não estreou, mas já já começar e eu quero acompanhar, porque amei o piloto)
Fora as novas que eu vou querer acompanhar. E fora as velhas que eu não vi e vou querer baixar, hohoho.
E ainda tenho que ter tempo pra estudar e trabalhar. Ah sim, e ter uma vida.
Dá pro dia começar a ter, tipo, umas 30 horas????
How I met your mother
Californication
Heroes
Dexter
Grey's Anatomy
Smallville (é, é, eu gosto)
Pushing daisies (ok, essa ainda não estreou, mas já já começar e eu quero acompanhar, porque amei o piloto)
Fora as novas que eu vou querer acompanhar. E fora as velhas que eu não vi e vou querer baixar, hohoho.
E ainda tenho que ter tempo pra estudar e trabalhar. Ah sim, e ter uma vida.
Dá pro dia começar a ter, tipo, umas 30 horas????
sábado, setembro 22, 2007
Momento adolescente mode on
Ah sim, sobre o show. Eu fui. Porque eu posso ser medrosa, mas eu não quero perder a chance de encontrar o amor da minha vida deixar a vida acontecer sem mim, porque tive medo de ir num show na lapa. Afinal, o amor pode estar do meu lado. Poderia. Mas não estava. Do meu lado estava um bêbado. E atrás de mim, um velho tarado. E às vezes à minha frente aparecia um alemão de olho vidrado e de costas para o palco, hahaha. Mas sim, como vocês já devem ter percebido, o show era do Jota Quest. Na Fundição Progresso. Lapa, berço da vida boêmia no Rio de Janeiro. Definitivamente, não é a minha praia. Mas o show foi bom. Tirando a parte da maconha rolando solta e dos tarados de plantão, o show foi ótimo. Ah, teve um leve atraso também. Tipo, 2 horas de atraso. Coisa pouca. Entre o término da apresentação da banda de abertura (Autoramas. Adoro) e a entrada do Jota, levou uma meia hora, ou mais. A galera começou a vaiar. E eu já estava começando a concordar até com ele, pra vocês verem. Eu, fã do Jota Quest de carteirinha. Mas quando eles começaram finalmente o show, eu esqueci tudo mesmo. E quando eles cantaram até as 3 da manhã, e eu já estava até torcendo pra eles terminarem, porque não tinha mais pernas, aí é que eu nem lembrava mais do porquê eu ter xingado tanto eles antes. E a volta pra casa? Ah, a volta foi tranquilíssima. E eu suspirei aliviadíssima quando cheguei em casa. "Medo, eu não te escuto mais. Você não me leva a nada..."
Ah, e o Jota cantou uma música antiga, e, na minha opinião, a mais linda deles. "O que eu também não entendo". Meu Deus. Lembrei dos meus tempos de adolescente em que eu não parava de ouvir essa música. Ainda usava diskman, que hoje é a coisa mais ultrapassada do mundo. E eu ouvia achando que o Rogério cantava essa música no meu ouvido, hohoho. Adolescente bem idiota que eu fui. Ok, nem tão adolescente assim. Mas idiota, sempre. Enfim, só sei é que eles cantaram essa música, e, bem, nem preciso dizer nada, né? Quase chorei de emoção. O Rogério ali, cantando pra mim. hohoho. E minha vida passando na minha cabeça como um filme. O tempo voa mesmo. Mas algumas coisas nunca mudam.
"Amar não é ter que ter sempre certeza,
é aceitar que ninguém é perfeito pra ninguém.
É poder ser você mesmo, e não precisar fingir.
É tentar esquecer, e não conseguir fugir.
E agora, o que vamos fazer?
Eu também não sei.
Afinal, será que amar é mesmo tudo?
Se isso não é amor, o que mais pode ser?
Estou aprendendo também..."
sexta-feira, setembro 21, 2007
Acho que estou realmente ficando velha. Não, não é isso. Estou ficando mesmo é cada vez mais medrosa. Em uma sexta feira à noite, o que todo mundo quer? Sair pra se divertir, certo? Pois é. Ganhei um ingresso pra ir num show hoje. E não estou com a mínima vontade de ir. Motivos: o bendito vai começar à meia-noite, é na Lapa e, bem, a volta. A volta pra casa é a única coisa em que eu penso, na verdade. "Ah, volta de táxi", sim eu vou voltar mesmo (se eu for). Mas até voltando de táxi eu volto com medinho. Porque vai passar pela Av. Brasil e yaddayadda. E sabe como é. Rio de Janeiro. O problema não é o horário do show, não é o show. O problema é a minha cidade. Em qualquer outra cidade (tirando as grandes e perigosas metrópoles, óbvio) eu poderia ficar a noite inteira em um show. E ainda queria mais. Mas aqui... que desânimo. E que triste isso. A que ponto eu cheguei. Tem gente que nem liga, né? Eu sei, esses é que estão certos. Mas sinceramente, eu to preferindo mil vezes ficar na santa paz do meu lar a voltar da Lapa lá pelas duas da manhã. Enfim. Que post chato, hein? To ficando é velha mesmo.
quarta-feira, setembro 19, 2007

Se você vier, pro que der e vier, comigo
Eu te prometo o sol... se hoje o sol sair
ou a chuva... se a chuva cair.
Se você vier até onde a gente chegar
Numa praça na beira do mar,
Um pedaço de qualquer lugar.
Neste dia branco, se branco ele for
Esse tanto, esse canto de amor
Se você quiser e vier pro que der e vier comigo.
Se branco ele for
Esse canto, esse tanto, esse tão grande amor, grande amor
Se você quiser e vier pro que der e vier comigo...
(Dia branco - Geraldo Azevedo)
Eu tive uma professora que era amiga do Geraldo Azevedo e uma vez ela contou que ele escreveu essa música para a esposa dele, e que eles formavam um dos casais mais bacanas que ela já conheceu, até hoje. E também que essa música é uma música tradicional nos casamentos lá pelo Norte/Nordeste. Eu já achava essa música linda, mas depois que soube da história (músicas feitas para a pessoa que se ama sempre me emocionam demais), eu não consigo ouvir essa música sem chorar e sem imaginá-la tocando no dia do meu casamento, hohoho.
terça-feira, setembro 18, 2007
Podem me chamar de chata, rabujenta, velha, wathever. Mas eu acho muita falta de vida alguém perder horas falando da vida dos outros*. E o pior é que eu estou cercada de gente assim. Socorro.
*outros = pessoas normais, de carne e osso, vida comum, como eu e você. Celebridades não fazem parte desse grupo. Celebridades não são pessoas normais. Algumas nem têm carne, como vocês sabem.
*outros = pessoas normais, de carne e osso, vida comum, como eu e você. Celebridades não fazem parte desse grupo. Celebridades não são pessoas normais. Algumas nem têm carne, como vocês sabem.
Ameeega, ermâ, caminhoneira.
Você, pobre, moradora da zona norte dos excluídos da cidade do RJ (*1 minuto de silencio pra quem mora mal*), que algum dia pensou em conseguir chegar à Bienal do livro, via Metrô-Integração, em no máximo 2 horas, em plena sexta-feira em que o mundo dirigia-se ao Rio-fim-de-mundo-centro. Minha filha, se interna. Ou contente-se com a feira de livros do Largo da Carioca, ao menos lá você chega em 1 hora. Ou se mata, se joga de um penhasco bem bonito para ao menos apreciar a vista antes de se estribuchar no chao. Porque Bienal é a maior loucura que você vai fazer na vida (ok, mentira. Há muitas outras loucuras que você vai fazer, mas acho que essa é a loucura mais burra.). Porque simplesmente não dá. Ou melhor, não deu. Levei 3 horas pra conseguir chegar no odioso Riocentro (Rio centro????? CENTRO???? Centro de onde, cara pálida? Centro do fim do mundo???!?!?!?). Quer dizer, 3 horas pra chegar no terminal Alvorada, de onde provavelmente eu levaria mais uma meia hora até chegar no Riocentro, se eu resolvesse continuar. Mas aí eu teria que ser internada com camisa de força, né? Não dava. Fui num pé e voltei no outro. Praticamente nem desci do ônibus. O trocador ficou até com pena de mim, nem me deixou pagar a passagem pra voltar no mesmo ônibus. Porque a minha cara devia ser de uma criatura maluca e desolada, né? Então é isso. Mas não há de ser nada. Amanhã tem Paralamas na feira. E eu to querendo ir. Encarar trajeto pela Cidade de Deus. Ui. Meda. Mas tudo bem. Melhor (será?) do que ficar 3 horas parada em engarrafamento e olhando pra cara do trocador.
sexta-feira, setembro 14, 2007
Tosse, tosse, tosse, muita tosse. Achei que fosse morrer essa noite, de tanto tossir. Ok, mentira. Não achei que fosse morrer. Mas achei que não fosse dormir. Porque a tosse não deixava. Sabe quando você começa a pegar no sono e tem tipo um flash de pesadelo (Ah, não sabe? Isso é coisa só minha? Oh, Lord, que mente perturbada eu tenho, vai ver.)? Então. Só que ao invés do pesadelo, vinha a tosse. Que não deixa de ser um pesadelo. Um pesadelo real. Tomei o bendito do Mega mel, que agora sei que não serve pra nada além de me fazer levantar de novo pra escovar os dentes. Tomei leite quente, fiz gargarejo com água morna e nada da bendita parar. Vocês não têm idéia. Meu peito hoje está dolorido, de tanto que eu tossi. Acabou o Jô e nada dela me deixar. Até que uma hora virei de barriga pra cima (que é a posição preferida dos pesadelos, mas até eles ficaram com pena de mim), e consegui dormir. Lá pelas 3 da manhã. Pra acordar às 6. A-ham. E agora estou indo cheia de olheiras, mas feliz da vida pra Bienal. Sozinha. Nunca fui. Nem sozinha e nem acompanhada. Que coisa. Não queria ir sozinha, mas também eu sou chata, não gosto de qualquer compania. Então, já que a compania ideal está inacessível, eu prefiro ir sozinha. Depois comento aqui. E posto as fotos. Lá. No meu Flickr. Sim, eu criei. Agora só falta saber usar de lá pra cá e daqui pra lá. Mas nada que eu não consiga fazer, of course.
Assinar:
Postagens (Atom)
